A comunidade do bairro da Barreirinha e região está tiririca da vida e diz que a oferta de vagas no ensino fundamental por lá é precária. Ontem, moradores do bairro estiveram na Câmara de Curitiba e entregaram um abaixo-assinado pedindo a ampliação no número de vagas. As escolas estaduais Gelvira Correa Pacheco e Maria Pereira Martins seriam as únicas no bairro em condições de oferecer o ensino para as séries solicitadas pelos moradores. De acordo com as reivindicações, a escola municipal mais próxima estaria na Vila Nossa Senhora de Fátima. O vereador Jairo Marcelino (PDT) encaminhou a batata quente para o governo do estado e prefeitura de Curitiba
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Os medíocres professores que formam indigentes intelectuais deveriam estar mofando na cadeia
No Brasil, não é de hoje que a mediocridade vem sendo colocada num pedestal para a adoração de seus sectários. De há muito a escola abandonou o mérito como forma de avaliar os seus alunos. Hoje, o que vale não é o quanto o aluno sabe para passar de ano, mas o suposto trabalho que ele vai dar para a sociedade caso não passe de ano.
Os jumentos remendam o tecido com o próprio furo. “O coitadinho vai abandonar a escola, caso repita o ano e cairá na marginalidade”, vociferam os irresponsáveis “professores e pedagogos” que não merecem estes títulos e deveriam estar enjaulados em penitenciárias de segurança máxima. São uns preguiçosos que optaram pela solução mais fácil ao justificarem a falência total e completa do ensino brasileiro: promover sem mérito em vez de propor um acompanhamento especial ao aluno que não tem condições de aprendizado em turmas comuns – criem um programa especial para este aluno, com mais aulas, psicólogos, atividades extras, este é o espírito do magistério.
O mesmo ocorre com as cotas, uma forma idiota que encontraram para encher as salas de aula de indigentes intelectuais. Não por culpa desses indigentes, mas por culpa dos indigentes “pedagogos e professores” que julgam ser esta a forma de se corrigir distorções sociais. Aqui, a fórmula séria é preparar os alunos com acompanhamento especial (carentes ou injustiçados sociais) para só então lhes dar acesso à universidade. Mas a preguiça é grande, e ensinar de verdade dá um trabalhão para nossos “pedagogos e professores” não menos indigentes intelectuais do que seus pobres alunos iludidos. São eles que dão sustentação política a esses mirabolantes programas educacionais fabricantes de quadrúpedes que não conseguem redigir um mísero bilhete.
Por certo, o que aqui se escreve não vale para os profissionais sérios, os verdadeiros professores e pedagogos, e é com eles que contamos para salvar uma geração inteira condenada pela indiferença e burrice. A nação brasileira ainda há de se lamentar por esse inominável crime cometido contra nossas crianças. (José Fernando).
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Cadastro das escolas particulares é ilegal
A Lei n° 9870, de 1999, que estabelece as possíveis punições pelo não-pagamento de mensalidade em estabelecimentos de ensino particular, considera ilegal o Cadastro de Informações dos Estudantes Brasileiros (Cineb) e proíbe que a matrícula de um aluno seja rejeitada por inadimplência. A avaliação é do assessor-chefe do Procon de São Paulo, Carlos Coscarelli.
“Além de constranger o consumidor, a educação é um direito social e ele [o cadastro] está tratando a educação como um bem de serviço mercantil. Nós não somos contra o direito de uma escola particular almejar lucro, isso faz parte. Mas quando ela entra no mercado, já sabe que o serviço que ela presta vem preencher uma lacuna que o governo não conseguiu dar para todos”, comenta Coscarelli.
Apesar da proteção legal, Coscarelli admite que, de uma forma velada, as escolas já consultam outros cadastros como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para checar o histórico de alunos na hora da matrícula.
“Além de constranger o consumidor, a educação é um direito social e ele [o cadastro] está tratando a educação como um bem de serviço mercantil. Nós não somos contra o direito de uma escola particular almejar lucro, isso faz parte. Mas quando ela entra no mercado, já sabe que o serviço que ela presta vem preencher uma lacuna que o governo não conseguiu dar para todos”, comenta Coscarelli.
Apesar da proteção legal, Coscarelli admite que, de uma forma velada, as escolas já consultam outros cadastros como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para checar o histórico de alunos na hora da matrícula.
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