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quinta-feira, 17 de março de 2011

Berto Richa, o pior governador que o Paraná já teve

Em breve, o desgoverno Berto Richa completa 100 dias. É, sem dúvidas, o pior início de governo da história de nosso bom e velho Paraná. Depois de empregar seus parentes, Berto não sabe o que fazer com a cavalar epidemia de dengue; com o pior porto do Brasil - Paranaguá não consegue escoar a safra de grãos; com a crise tamanho mamute nos hospitais e Saúde como um todo, num dos estados mais violentos país. Mas não duvide que os culpados no relatório dos 100 dias serão a chuva, o mosquito e o povo. Esse povinho que teima em ficar doente, se droga e se mata pelas ruas, trabalha, paga pedágio, impostos e sustenta a família do moço.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Só no Paraná, Berto Richa prega "parceria" entre poderes e Rossoni diz amém, muito obrigado!

Esperei, mas ninguém se prontificou a comentar o besteirol contido no discurso tucano do governador Berto Richa. Então, lá vai.
Em seus ocos discursos, Berto usou e abusou da malhada palavra "parceria". Ele diz, como representante do Executivo, querer "parcerias" com o Legislativo e Judiciário. Ora, putus bonus, poderes não fazem parceria por motivo de simples concepção democrática, são autônomos e têm por finalidade máxima a fiscalização mútua. A não ser que se vislumbre um novo arranjo para o Estado Independente das Araucárias, com o poder Moderador dado à monarquia que se instalou no Palácio Iguaçu, tal é quantidade de parentes e fregueses da casa senhorial saboreando o gosto das fartas tetas públicas.
O duro é que o pirotécnico deputado Valdir Rossoni, presidente da Assembleia Legislativa, levou muito a sério a tal "parceria" e de forma submissa pediu que lhe fosse dada uma guarda pretoriana da força policial comandada pelo Executivo. Não obstante os problemas existentes e razões para o excesso, em qualquer outro Estado brasileiro isso seria entendido como uma intervenção do Executivo no Legislativo. Vamos ver como o Judiciário interpreta a "parceria" de Berto. Fato é que o Legislativo mostrou o que sempre foi, um simples apêndice do palácio do outro lado da praça Notre-Dame de La Salette.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Berto Richa, o nepote

Primeiro ato da próxima peça bufa a ser representada no Paraná a partir do próximo ano: Carlos Alberto Richa, o Berto Richa, indica o dileto irmão, José Richa Filho, o Pepe, como secretário de Infraestrutura. O duro é que tinha eleitor desavisado que achava que tudo iria ser diferente. As moscas continuam as mesmas, mes camarades!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Empreiteira da Prefeitura de Curitiba é a maior doadora da campanha de Berto Richa

De acordo com a edição de hoje da Gazeta do Povo, a maior doadora da campanha de Berto Richa é a empreiteira Camargo Corrêa, que repassou R$ 1,5 milhão. A empreiteira mantém contratos com a prefeitura da capital – a empresa Cavo, que pertence ao grupo, é contratada pela administração municipal para recolher os resíduos de Curitiba. A empreiteira participou da construção da Linha Verde, uma das principais obras da gestão de Richa na prefeitura de Curitiba, e pode assumir a gestão do novo consórcio do lixo em Curitiba e região metropolitana.
Em 2009, a Camargo Corrêa foi alvo de uma operação da Polícia Federal batizada como Castelo de Areia. A empreiteira foi acusada na época de supostos crimes financeiros envolvendo doações para partidos políticos. A construtora não doou apenas para Beto Richa. De acordo com informações do TSE, a empreiteira repassou cerca de R$ 30 milhões em forma de doações para campanhas por todo o Brasil.
A segunda maior doadora de Beto Richa é uma empresa de Curitiba, com sede no bairro Mossunguê. A Supermax Brasil Importadora S/A doou R$ 1 milhão para a campanha do tucano. A principal atividade desta empresa é o comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios. A Supermax Brasil ainda doou outros R$ 70 mil – R$ 50 mil para o deputado estadual reeleito Alexandre Curi (PMDB), R$ 10 mil foram para a campanha de Sabino Picolo para deputado estadual e outros R$ 10 mil para Stephanes Júnior (PMDB).
Em 2007, a Supermax foi alvo de denúncias envolvendo o então candidato a deputado federal Reinhold Stephanes, que tinha recém-assumido o Ministério da Agricultura. O peemedebista, pai do deputado Stephanes Júnior, recebeu em 2006 doações de R$ 115 mil da empresa. Na época, o ministro foi acusado de fazer lobby em favor da Supermax, que estava proibida pela Anvisa de comercializar seus produtos.
A empresa Romani S/A Indústria e Comércio de Sal – responsável pela fabricação do sal Diana – aparece como a terceira maior doadora da campanha tucana. Em três transferências eletrônicas, a empresa doou R$ 780 mil para Beto Richa. Os bancos Itaú e BMG também doaram dinheiro. O Itaú repassou R$ 520 mil e o BMG cerca de R$ 500 mil – mesmo valor doado pela Companhia Me­­ta­­lúrgica Prada.