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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Sim, somos deuses: espécies desaparecidas podem tornar à vida


Tigres dentes-de-sabre e da Tasmânia, preguiças gigantes, mamutes lanosos, pássaros-dodô e até mesmo o homem de Neanderthal podem voltar à vida. A capacidade de recriar espécies, retratada no filme Parque dos Dinossauros, foi divulgada nesta quinta-feira pela revista New Scientist. As informações são do jornal britânico Mirror.

O desenvolvimento da tecnologia genética e a preservação do DNA das espécies será a ferramenta a ser utilizada para ressuscitar mais de 50 espécies em extintas, a exemplo do Neanderthal, que viveu há 25 mil anos, na mesma época do Homo sapiens. A lista de espécies que poderiam ser "ressuscitadas" ou recriadas em laboratório inclui o gorila, ainda existente nas florestas da África Ocidental, mas sob risco de desaparecer.

O "milagre" seria possível graças ao bom estado do DNA mantido em alguns fósseis. Segundo estudos, embora seja pouco provável que a informação genética sobreviva mais de um milhão de anos após a morte do homem ou do animal, o DNA de espécies mortas há 100 mil anos poderia ser parcialmente preservado em circunstâncias especiais, como em caso de congelamento ou da permanência do fóssil em cavernas ou locais escuros e secos, o que manteria o código genético intacto.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Não somos mais mutantes



Abandonai as esperanças, a humanidade está definitivamente condenada à barbárie eterna.

Até que ponto vai a evolução humana?

Para o geneticista inglês Steve Jones, a evolução humana está próxima de seu fim por causa do decrescente número de mutações no DNA dos progenitores. Jones afirma que as mutações no esperma são mais suscetíveis na medida em que a idade do homem aumenta, especialmente a partir dos 35 anos. Como no ocidente, a procriação se dá geralmente antes desta idade, nossos filhos estão menos sujeitos aos efeitos de mutações. O geneticista explica ainda que a mudança social humana afeta seu futuro genético, sobretudo pelos padrões de casamento e métodos contraceptivos. Entretanto, não é apenas a idade que possui impacto negativo na evolução da espécie, mas também a seleção natural e a mudança genética aleatória. Com a diminuição da taxa de mortalidade nos indivíduos jovens - nos países ocidentais, 98% das pessoas sobrevivem aos 20 anos -, a seleção natural se debilitou. Leia mais...