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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Indústria multinacional sempre considerou barata a mão-de-obra dos "vadios" brasileiros

A indústria só existe no Brasil porque alguém na Europa ou EUA, lá pelos idos de 1900, constatou que a terra de Cabral havia se constituído no paraíso da vadiagem e portanto, contava com um grande exército de desocupados pronto para ser mobilizado na máquina de moer carne capitalista. "É o que se verifica efetivamente, e sintoma disso será a desocupação e vadiagem que representaram sempre o estado normal de uma grande parte da população da colônia. Aí a indústria nascente encontrará um amplo abastecimento de mão-de-obra; deficiente, é verdade, e muitas vezes precária e incerta. Mas compensando-se por seu ínfimo preço." (Caio Prado Junior, História Econômica do Brasil).

Agora, temos aí os vassalos da indústria estrangeira dizendo que esses agentes da poluição e gigolôs da pobreza estão em nosso país motivados pelo grande mercado interno. E assim nascem jumentos todos os dias, adestrados nas escolas de jornalismo e economia, que acreditam nesse mantra da safadeza e dele fazem sua profissão de fé. Na realidade, má-fé mesmo! - Embora ainda acredite que seja uma má-fé movida por ignorância amébica.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Visite Curitiba e ganhe uma multa para alimentar a indústria da multa do Berto

A Gazeta do Povo mostra mais uma herança maldita do Berto Richa, o ingrato:
Curitiba gastou com campanhas de educação no trânsito apenas R$ 1,00 para cada R$ 5,00 recebidos com multas no ano passado. Por culpa da própria engrenagem construída na Urbs para gerenciar o trânsito na capital. Trata-se de um sistema caro que, quanto mais infrações aplica, mais oneroso se torna. Em 2009, a companhia recebeu R$ 48,3 milhões em multas. Desse total, quase 80% se transformaram em “óleo” para manter a máquina operando, bancando os custos de envio de multas, repasses obrigatórios e despesas com pessoal. Os 20% restantes se destinaram às melhorias de sinalização e educação, obrigações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A prefeitura foi obrigada a desembolsar mais R$ 2,7 milhões para o sistema não se tornar deficitário. Na previsão orçamentária, baseada no histórico de multas, a Urbs esperava receber R$ 11,3 milhões a mais do que efetivamente entrou em caixa. A explicação, conforme o presidente da empresa, Marcos Isfer, é a inadimplência, de 20% a 30%, conforme o ano. “A previsão é feita do que se deve receber. E só se recebe o que se paga. O sistema organiza as multas, mas não recebe, especialmente porque muitos veículos andam irregulares por não se licenciarem”, diz.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Indústria da multa de Ducci/Berto ganha mais 38 radares

Leia na Gazeta do Povo em reportagem assinada pelos jornalistas Felippe Aníbal e Gladson Angeli, o que o prefeito asterisco Luciano Ducci está fazendo para tapar o furo de caixa da Urbs deixado pelo ex-prefeito Berto Richa, o ingrato:

Vinte e quatro radares fazem o monitoramento do trânsito em ruas de Curitiba. À zero hora desta quinta-feira (15), dez novos equipamentos entraram em operação, se somando a outros 14, colocados em funcionamento na semana passada. Dos radares ligados nesta quinta, três vão flagrar paradas de veículos sobre a faixa de pedestres, avanços de sinal vermelho e conversões proibidas, além de fiscalizar a velocidade. Dois aparelhos já faziam esse tipo de monitoramento.De acordo com a Urbanização Curitiba S/A (Urbs), todos os antigos radares foram desligados no dia 2 abril, em função do fim do contrato com a empresa que gerencia os equipamentos na cidade. Um balanço sobre as irregularidades flagradas pelos novos radares deve ser divulgado na sexta-feira (16). A previsão é de que até o fim de junho 140 novos radares estejam operando em Curitiba. Dos novos equipamentos, 69 unidades serão instaladas em novos locais e 71 vão funcionar próximos a pontos antigos. Os novos equipamentos substituem os 110 radares instalados em 1999.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Para tampar furo de caixa, Ducci investe na indústria da multa




O prefeito que não é prefeito no lugar do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, o asterisco, fez seus competentes auxiliares da Urbs anunciarem mais um assalto ao bolso do curitibano. Todo mundo sabe que os cofres da Urbs padecem com um buraco provocado pela má gestão do transporte coletivo e a solução está no incremento da indústria da multa. Hoje a Gazeta do Povo registra:

Começaram a operar à zero hora desta quinta-feira (8), 14 novos radares de monitoramento do trânsito em ruas de Curitiba. Além do excesso de velocidade, dois destes equipamentos fiscalizam avanço de sinal vermelho, conversão proibida e parada na faixa de pedestre. Esses radares especiais estão instalados no bairro Novo Mundo, na Avenida Brasília, próximo ao cruzamento com a Rua João Cubas, e na Rua Eduardo Carlos Pereira, no cruzamento com a Rua Georgi Dyoub Wassouf. Os aparelhos haviam sido instalados na quarta-feira (7).De acordo com a Urbanização Curitiba S.A. (Urbs), até o fim de junho, 140 radares serão implantados em pontos estratégicos da capital paranaense. Do total dos equipamentos, 69 serão instalados em novos locais e 71 ficarão próximos de pontos antigos. LEIA REPORTAGEM COMPLETA NA GAZETA DO POVO...