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quarta-feira, 28 de abril de 2010

A indústria da multa coloca o curitibano em risco de morte



A cena - Avenida Visconde de Guarapuava próximo ao Shopping Curitiba - o sinaleiro fecha, pára um ônibus e atrás um carro dirigido por uma senhora. Dois rapazes se aproximam do carro e dão voz de assalto apontando facas para a motorista. A motorista reage, os moradores e comerciantes da região começam a gritar, os assaltantes fogem. A motorista era cardíaca e quase tem um ataque do coração, precisou ser socorrida. Horário: meio-dia de hoje.

A conversa mole da prefeitura de Curitiba - E vem a Urbs dizer que está estudando "perdoar" as multas de quem fura o sinal depois da meia-noite. Vamos fazer um teste, desafiando o senhor Marcos Isfer e outros diretores da Urbs a ficarem parados nos sinaleiros de Curitiba. Vamos ver se os caras têm coragem de ficar dando sopa para o azar em algumas vias e sair pelo menos com a roupa do corpo.

Não adianta o prefeito asterisco Ducci dizer que o problema de segurança é do estado. Nos cruzamentos o problema de segurança também é da prefeitura, pois se lá tivéssemos agentes de trânsito em vez dos radares, os marginais não agiriam.

A imprensa engole a conversa mole da prefeitura de que os radares vão dar um jeito no trânsito de Curitiba. Vão dar um jeito sim, no bolso dos donos das empresas que ganham com os equipamentos e de quem está faturando alto em cima da boa-fé dos curitibanos. Com o dinheiro que a prefeitura gasta para manter os radares daria para contratar centenas de agentes de trânsito. Mas isso não interessa à indústria da multa e nem para o furo de caixa da Urbs.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Indústria da multa de Ducci/Berto ganha mais 38 radares

Leia na Gazeta do Povo em reportagem assinada pelos jornalistas Felippe Aníbal e Gladson Angeli, o que o prefeito asterisco Luciano Ducci está fazendo para tapar o furo de caixa da Urbs deixado pelo ex-prefeito Berto Richa, o ingrato:

Vinte e quatro radares fazem o monitoramento do trânsito em ruas de Curitiba. À zero hora desta quinta-feira (15), dez novos equipamentos entraram em operação, se somando a outros 14, colocados em funcionamento na semana passada. Dos radares ligados nesta quinta, três vão flagrar paradas de veículos sobre a faixa de pedestres, avanços de sinal vermelho e conversões proibidas, além de fiscalizar a velocidade. Dois aparelhos já faziam esse tipo de monitoramento.De acordo com a Urbanização Curitiba S/A (Urbs), todos os antigos radares foram desligados no dia 2 abril, em função do fim do contrato com a empresa que gerencia os equipamentos na cidade. Um balanço sobre as irregularidades flagradas pelos novos radares deve ser divulgado na sexta-feira (16). A previsão é de que até o fim de junho 140 novos radares estejam operando em Curitiba. Dos novos equipamentos, 69 unidades serão instaladas em novos locais e 71 vão funcionar próximos a pontos antigos. Os novos equipamentos substituem os 110 radares instalados em 1999.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Radar-morcego do Beto Richa volta a sugar curitibanos

Em ano eleitoral, uma boa notícia para o nosso prefeito putus bonus, também conhecido por Beto Richa: a Justiça dos homens tornou a autorizar a operação da indústria da multa em Curitiba. Os radares estavam parados por determinação da própria Justiça porque, na contratação ilegal da empresa multadora, havia um probleminha que perdurava há pelo menos cinco longos anos. Aliás, empresa que, por obra do destino, ganhou novamente o direito de explorar o serviço, ou o bolso do motorista curitibano. O Instituto de Pesos e Medidas e o Banco de Sangue do Hospital das Clínicas devem estar preparados para verificar a calibragem das arapucas, elas podem voltar desiquilibradas e com uma sede de morcegão.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Indústria da Multa é suspensa em Curitiba


As empresas que regem a indústria da multa em Curitiba (Urbs e Consilux) desligaram os radares da cidade depois que a Justiça ameaçou multar a Urbs e prender quem não obedecesse a decisão judicial.

Constatações:

1. O chabu dos radares é culpa da administração do prefeito Beto Richa, putus bonus, que não obedeceu a lei de licitações e estava favorecendo a Consilux; o Magna Curitiba denuncia isto há mais de 4 anos.

2. Safadamente tenta-se, de forma antecipada, culpar os motoristas e o Judiciário pelos futuros acidentes para se esconder a irresponsabilidade da Prefeitura de Curitiba; afinal, esta bagunça de falta de licitação estava instalada há 5 anos, portanto, não é coisa de agora e se a prefeitura realmente quisesse resolver a situação, conforme manda a lei, já teria resolvido.

3. Das duas, uma: é má-fé mesmo, ou não temos gente capaz de fazer uma licitação decente na prefeitura. Felizmente o Judiciário viu isso. Mas é bom que nossos promotores juízes observem que não é so nos radares que a "estratégia" de prorrogar os contratos é usada por essa turma, consultem o Diário Oficial do Município e vejam quantos contratos estão no mesmo pé.

4. Aqui, parece que a regra é esta, ignorar a lei de licitações, pois ninguém fiscaliza, principalmente a Câmara de Curitiba, que vive num oba-oba de fazer inveja a clubes de chás de ex-alunas de colégios de freiras.