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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Ano começa com inflação em queda

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), bastante utilizado para a correção de contratos de aluguel, teve deflação de 0,31% na primeira prévia (decêndio) de janeiro, informou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mesmo período do mês anterior, a variação havia sido de 0,14%. A principal pressão para a desaceleração foram os preços no atacado, que passaram de inflação de 0,04% para recuo de 0,56%.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Inflação, pudicas senhoritas da vida fácil reajustam tabela de preços


Otário,meu amigo de fé, irmão camarada, está triste por dois motivos. Primeiro, porque a turma do Lula diz que a inflação é coisa de alarmista. Otário não é alarmista, é apenas um sujeito que costuma ir à feira e, de vez em quando, se alimenta.
Segundo, porque sua minguada aposentadoria, que não é igual a do presidente, o está impedindo de ter o merecido lazer. As meninas da Casa da Luz Vermelha reajustaram a tabela do parque de diversões. Elas nem se deram ao trabalho de trocar o papel, foram remarcando na base da caneta. "Assim não dá", protesta Otário.

terça-feira, 1 de julho de 2008

O brasileiro aprendeu a comer. E agora?


Ainda não sabemos a razão de tanto espanto. Só falta o Lula e seus aloprados do Congresso revogarem a lei da oferta e procura.

Elementar, sob o ponto de vista microeconômico, um mercado é considerado em equilíbrio quando a oferta corresponde à demanda. Ora, não é preciso muito esforço para descobrir que, no Brasil, este equilíbrio está seriamente comprometido pela escassez de certos produtos, principalmente de origem agrícola, isto a curto e a médio prazo. Como a demanda é crescente e a produção apresenta-se constante, ou em queda, e nos últimos anos o brasileiro desenvolveu o salutar hábito de comer, a tendência é de inflação mesmo.

Estão aí os números do Dieese explicando o óbvio:

O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou nesta terça-feira (1º) que o preço da cesta básica subiu em 14 das 16 capitais pesquisadas. Os maiores aumentos foram registrados em Goiânia (10,64%), Brasília (6,43%), Rio de Janeiro (5,93%) e Salvador (5,38%). As únicas quedas foram registradas em Vitória (-1,13%) e Fortaleza (-0,35%). Porto Alegre continua a ter a cesta básica mais cara do país (R$ 246,72) - no mês passado, os preços dos alimentos que compõem a cesta subiram 4,29% na capital gaúcha. Os menores preços dos alimentos foram percebidos em Aracaju (R$ 191,75) e Salvador (R$ 185,53).