Mostrando postagens com marcador lixo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lixo. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de junho de 2009

O Caixa 2 do Beto Richa começou no lixo de Curitiba

As investigações, que culminaram com a fita do Caixa 2 do Beto Richa, seguiam e seguem o caminho do lixo em Curitiba fazem parte de uma outra, e maior, que investiga a ação das empreiteiras do lixo no financiamento de campanhas eleitorais no Brasil todo. É bom lembrar, que Manassés foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Asseio e Conservação, que representa os trabalhadores da Cavo. Manassés ainda é figura muito presente no sindicato. A dúvida fica por conta do senhor de Brasília que circula pelo Hotel Bourbon ávido por informações de certa história do IPCC e o destino da grana do lixo reciclável. Pelos trejeitos e hábitos, o cara parece o Agente 86.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O lixo do lixo de Curitiba

No processo no. 584910-1 – Agravo de Instrumento, o Desembargador José Marcos de Moura, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, decidiu manter afastadas da concorrência do destino final do lixo de Curitiba e de mais 15 municípios da RM, os consórcios Recipar Soluções Ambientais e Paraná Ambiental. Mais....

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Ong vende o seu lixo e não dá conta da grana arrecadada

Não se sabe de que buraco saiu este dado citado na Câmara: Curitiba é a primeira cidade brasileira na coleta de resíduos recicláveis e tóxicos, com início na década de 1980. Mas uma coisa é certa, o dinheiro arrecadado com a venda deste material por uma Ong que funciona dentro da Fundação de Ação Social de Curitiba, o I PCC, ninguém sabe quanto é de fato. Temos informações que é uma grana preta, pois a Ong usa o serviço do cidadão curitibano que separa o lixo em casa, recebe este lixo de graça e vende.

Por isso defendemos duas propostas:

- Abatimento no IPTU dos cidadãos que separam o lixo em casa e trabalham de graça para esta Ong, o tal de I PCC (desculpe-nos, mas estamos com um problema no nosso teclado, toda vez que tentamos escrever IPCC o PCC foge!);

- Ou então, entregar o lixo separado diretamente para os apanhadores, pelo menos assim a gente fica sabendo para quem realmente está indo esta grana.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O lixo do lixo de Curitiba

Em Curitiba, os moradores da região da Caximba realizaram um protesto no último sábado contra a ampliação do aterro sanitário municipal. Para protestar, os moradores organizaram uma carreata, pedindo o fechamento do lixão da Caximba. O local está em fase de esgotamento e embora uma nova solução já seja centro de discussão, ainda nada existe de concreto para a solução do lixo de Curitiba e da região metropolitana. Mais na Máfia do Lixo...

O lixo do lixo de Londrina

O Ministério Público do Estado do Paraná, por meio da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, denunciou à Justiça paranaense a empresa Visatec por fraude em licitação pública para o transporte de resíduos da coleta seletiva na cidade de Londrina. De acordo com a denúncia criminal, são acusados por fraude em licitação e simulação de falsa concorrência pública, os sócios e diretores da Visatec, Faiçal Jannani Junior e Karina Jannani. O empresário Faiçal Jannani, apesar da grafia, é irmão do ex-deputado federal José Janene (PP-PR), um dos pivôs do “Escândalo do Mensalão”. Conforme notícias a época, o então deputado José Janene foi apontado como o destinatário de R$ 4,1 milhões repassados pelo esquema operado pelo publicitário Marcos Valério. Mais na Máfia do Lixo...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Empresa nega que "importa" lixo de Curitiba

Em Ponta Grossa, no Paraná, o prefeito Pedro Wosgrau Filho (PSDB) pediu aos seus assessores que reunissem dados sobre a suposta importação do lixo produzido em Curitiba e outros municípios da região metropolitana. “Fizemos uma reunião com as secretarias envolvidas e estamos coletando informações sobre essa possibilidade. Até agora, tudo que sabemos é através da imprensa, por isso precisamos levantar os dados para ter um posicionamento sobre o assunto”, disse o secretário Municipal de Planejamento da prefeitura de Ponta Grossa. Diferentemente do que foi publicado na imprensa paranaense, representante da empresa Ponta Grossa Ambiental S/A diz que “não há, nem nunca houve, qualquer negociação, conversa ou contato entre representante da Ponta Grossa Ambiental S/A com qualquer pessoa ou representante do consórcio intermunicipal de resíduos de Curitiba e Região Metropolitana, para tratar do assunto de eventual recebimento em nossa URTDF (complexo industrial para recebimento de resíduos) dos resíduos de Curitiba e/ou da região Metropolitana”. Esse representante confirma que a área para receber lixo tem licença do IAP para começar a funcionar como uma unidade de tratamento desde janeiro de 2009. Na verdade a empresa diz que se trata de uma Unidade de Reciclagem Tratamento e Destinação Final de Resíduos, que inclui vários processos para segregação, tratamento e destinação final de resíduos de diversas naturezas.

Grana do lixo financia campanhas eleitorais

O administrador Enio Noronha Raffin fez uma pesquisa junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde estão arquivadas as prestações de contas das campanhas eleitorais dos candidatos das Eleições de 2004 e 2008, com o objetivo de conhecer os registros contábeis divulgados pelos prefeitos das capitais brasileiras. Tendo por base as informações das prestações de contas das campanhas eleitorais, dos 26 prefeitos das capitais brasileiras, apenas nove (9) não registraram doações de empresas que atuam na área do lixo, ou de empresa de grupo empresarial que tenha uma subsidiária prestando serviço de limpeza urbana e meio ambiente para prefeituras, ou receitas oriundas de comitês financeiros municipais, os quais tenham recebido doações da área do lixo (tendo por base os anos de 2004 e 2008). O prefeito de Curitiba, Beto Richa, não escapou desta. Tem grana do lixo aí!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Beto, o Breve, joga Curitiba no lixo


A turma do prefeito de Curitiba, Beto, o Breve, condenou a cidade ao lixo eterno.
Das 2,4 mil toneladas que seguem diariamente ao aterro da Caximba, 30% poderiam ser recicladas. Convertendo a porcentagem em peso, são 720 toneladas de lixo que poderiam ser reaproveitadas, mais que as cerca de 550 toneladas recolhidas diariamente por catadores e pela prefeitura. Ou seja, a reciclagem poderia crescer 130%. Leia mais na Gazeta do Povo.