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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Beto Richa, um ser solidário

Primeiro foi o escândalo da compra de votos num tal comitê de campanha política que envolvia muita solidariedade e por isso tinha este nome. Aliás, muita gente viu no Fantástico como era próspera esta solidariedade. Agora, Beto Richa, putus bonus, vai fechar a fazenda Solidariedade que atende gente que precisa e muito do poder público. Gente pobre, os miseráveis que a prefeitura de Curitiba detesta.
Pelo que consta, na Fazenda há um escândalo prontinho para estourar por conta do IPCC, esta incrível ONG ligada à Prefeitura e que não presta contas do dineiro do povo. É, definitivamente, a solidariedade de Richa tem lhe causado muitos problemas.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Usina de lixo revela primeiro mistério


O vereador Tico Kuzma (PSB) conseguiu desvendar um mistério. Ao visitar a Usina de Valorização de Rejeitos, em Campo Magro, administrada pelo Instituto Pró-Cidadania de Curitiba, o parlamentar encontrou, no Museu do Lixo, um busto sem identificação. A única informação era que a peça tinha sido recolhida pelos caminhões da prefeitura. Depois de dois meses de pesquisa, descobriu-se que o busto é de Gottlieb Müller, o fundador da Metalúrgica Müller.
A busca por informações começou em março, quando Kuzma visitou o Museu do Lixo, espaço reservado para reunir objetos de valor e interesse histórico recolhidos pelos caminhões do Lixo que não é Lixo e do programa Câmbio Verde, da prefeitura. Após a publicação da foto num jornal da cidade, Carlos Alberto Brantes e Rosy de Sá Cardoso, do Instituto Histórico e Geográfico, conseguiram identificar o busto, seguindo informações do ex-prefeito e atual presidente da Cohapar (Companhia de Habitação do Paraná), Rafael Greca.


Muito bem, vereador Tico. Mas para estes outros grandes mistérios de Curitiba o vereador ainda não tem respostas:

Por que o IPCC, uma ONG, funciona dentro da Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS), presidida pela mulher do prefeito, Fernanda Richa ?
Por que o lixo reciclável da cidade é encaminhado para esta ONG?
Por que o lixo reciclável de Curitiba não é licitado?

Quanto é que esta ONG fatura com o lixo separado pelo cidadão curitibano?

Quem controla este faturamento?

Quem elege a diretoria desta ONG?
Por que a Câmara nunca fiscalizou esta ONG? Quantos funcionários desta ONG trabalham hoje sob o regime CLT na Prefeitura de Curitiba?
Qual a função destes funcionários em época eleitoral e como eles garantem seus
empregos?


O Ministério Público poderia dar uma mãozinha para nossos vereadores caso eles se atrapalhem nas respostas.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Ong vende o seu lixo e não dá conta da grana arrecadada

Não se sabe de que buraco saiu este dado citado na Câmara: Curitiba é a primeira cidade brasileira na coleta de resíduos recicláveis e tóxicos, com início na década de 1980. Mas uma coisa é certa, o dinheiro arrecadado com a venda deste material por uma Ong que funciona dentro da Fundação de Ação Social de Curitiba, o I PCC, ninguém sabe quanto é de fato. Temos informações que é uma grana preta, pois a Ong usa o serviço do cidadão curitibano que separa o lixo em casa, recebe este lixo de graça e vende.

Por isso defendemos duas propostas:

- Abatimento no IPTU dos cidadãos que separam o lixo em casa e trabalham de graça para esta Ong, o tal de I PCC (desculpe-nos, mas estamos com um problema no nosso teclado, toda vez que tentamos escrever IPCC o PCC foge!);

- Ou então, entregar o lixo separado diretamente para os apanhadores, pelo menos assim a gente fica sabendo para quem realmente está indo esta grana.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A nebulosa cooperação técnica do IPCC com a FAS


As relações da Fundação de Ação Social de Curitiba e a ONG Instituto Pró-Cidadania estão cada vez mais nebulosas, assim como é este estranho contrato publicado em código para mortal algum entender. Caros vereadores de oposição, vamos trabalhar, material não falta.

EXTRATO DE TERMO ADITIVO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA
Processo: 64.789/2007
Partes: FAS- FUNDAÇÃO DE AÇÃO SOCIAL – e o INSTITUTO PRÓ-CIDADANIA DE URITIBA 2991/01
Objeto: Fica prorrogado por mais 12 (doze) meses o prazo de vigência
constante da Cláusula Quarta do termo originário, contemplando o período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2009.
Assinatura: 10/12/2008
Vigência: A partir de 01 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2009. (D.O.M. 06/01/2009).

Ganha um passeio na Usina de Lixo quem adivinhar o que vem a ser este tal de "termo originário".

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Para iniciar bem a semana: nem tudo está perdido. Vamos ser grandes

De acordo com as previsões do IPC, ligado ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), até 2020 o Brasil vai ganhar um significativo peso econômico. O IPC projeta que em 2020 a economia brasileira seria cerca de 38% maior do que a do Leste Europeu e próxima de um quinto da economia dos Estados Unidos. A renda per capita do Brasil deverá crescer a um ritmo de 3,4% até 2020, segundo as previsões do IPC. "(O Brasil) deverá se beneficiar da demanda contínua por suas exportações de commodities e do aumento do comércio e do investimento intra-regional", diz o estudo. "Mas suas políticas financeiras conservadoras, que sustentam o valor de sua moeda, indicam que seu pequeno déficit em conta corrente vai mudar pouco até 2020."

quarta-feira, 23 de julho de 2008

A diretoria do IPCC

Saiba quem faz parte da ONG que vende o lixo de Curitiba e trabalha com a grana dos leilões de mercadorias apreendidas pela Receita Federal, diz repassar o dinheiro para a caridade e contrata funcionários para a prefeitura sem concurso público.

Diretoria do IPCC, aqui...

O IPCC segundo ele mesmo: "rapidez e eficiência sem estar atrelado ao Poder Público"

O que dizia o site do IPCC:

O Instituto Pró-Cidadania de Curitiba- IPCC é uma organização não governamental de assistência social que tem como objetivo a realização de ações sociais responsáveis e eficientes, visando a promoção do ser humano nos seus aspectos físicos, mentais e culturais. Por não estar atrelado ao poder público, o Instituto tem maior flexibilidade de atuação, e pode captar junto à própria comunidade, os recursos necessários ao desenvolvimento de programas de atendimento à população. A entidade obtém recursos, por exemplo, da venda na UVR de parte do "Lixo que não é Lixo" coletado pela Prefeitura, de doações da comunidade, de empresas parceiras, de leilões de móveis, da venda de produtos importados, doados pela Receita Federal, dos "Bistrôs dos Parques" e lojas "LEVECuritiba". Esta flexibilidade confere ao Instituto maior rapidez e eficiência em suas ações.

Quem é a "Louca" do IPCC - a "caixa-preta" da assitência social de curitiba


A Fundação de Ação Social de Curitiba (FAS), dirigida pela primeira-dama Fernanda Richa, tem como braço direito o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC), uma Organização Não Governamental (ONG).
A diretoria executiva da organização é escolhida a dedo pela primeira-dama, com direito a alguns quadros decorativos para dar certo ar de honestidade e legalidade ao negócio. Gente de bem que pensa estar fazendo caridade, caso até mesmo do bispo, que duvido ter algum controle sobre as contas do IPCC.
Esta ONG, até há pouco tempo era dirigida também pela primeira-dama e foi o Magna Curitiba ameaçar as primeiras denúncias e Fernanda foi substituída por uma testa de ferro que, dizem as más línguas, é conhecida como "a Louca", pelos métodos de terror adotados na direção da entidade.
O lance funciona assim: O IPCC ganha dinheiro vendendo o lixo que o curitibano separa em casa, em usina mantida pelo dinheiro público, e diz que repassa a grana (uma fortuna) para as obras sociais da cidade. Outras fontes de renda do IPCC são os leilões das mercadorias apreendidas pela Receita Federal e a administração dos bistrôs dos parques de Curitiba.
Também, pelo IPCC, funciona um esquemão de compras sem licitação e contratação de funcionários que prestam serviços para a prefeitura, caso dos agentes de saúde, que assim não precisam fazer concursos público e são pressionados facilmente a servir de cabo eleitoral para os mais diversos candidatos.
Como o IPCC é uma ONG, em tese não tem nada com a prefeitura, as contas do Instituto ninguém sabe, ninguém viu.
A relação do Instituto com a Prefeitura é tão promíscua que ela funciona junto com a FAS e é atendida pelos mesmos assessores, inclusive o de imprensa. Garanto, caro colega jornalista, que se você ligar agora para lá, vão ser os assessores da Prefeitura que tentarão explicar o inexplicável desta ONG para lá de suspeita.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Cadê o concurso público?



Os agentes comunitários de saúde já foram acusados em outras eleições de funcionarem como cabos eleitorais. Coisa que o Magna Curitiba julga absurdo, afinal, não se brinca com a saúde do povo. Mas mesmo assim, o prefeito Beto, o Breve, o vice-prefeito Luciano Ducci, a presidente da Fundação de Ação Social (FAS), Fernanda Richa, e a presidente do Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC), Helena Pereira Oliveira, participaram neste sábado (10) da formatura do curso de formação inicial de 1.048 agentes comunitários de saúde.
Este povo todo é contratado pelo Instituto Pró-Cidadania de Curitiba, uma Organização Não Governamental (ONG), certo? Então, cabe algumas perguntas para nossa brava, operosa e competente oposição na Câmara:
Quantos são os agentes comunitários?
Qual o critério de contratação?
Quanto cada um recebe?
Donde vem a receita para pagar este povo?
Contratar funcionário público pela CLT, sem concurso, é uma prerrogativa do IPCC?
Quem responde pelo financeiro do IPCC?
Qual foi a última vez que as contas do IPCC e os contratos com a Fundação de Ação Social (FAS) foram verificados pela Câmara?