A Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs), empresa que gerencia o transporte em Curitiba, deverá lançar nesta semana uma proposta de edital da licitação para a escolha da empresa que vai operar radares e barreiras eletrônicas (lombadas eletrônicas) na capital. Atualmente há 110 radares e 40 lombadas eletrônicas na cidade. A assessoria da Urbs informou que haverá mais equipamentos, mas não divulgou o número nem os locais.
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
Novo capítulo da indústria da multa em Curitiba
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Beto, o Breve, e sua milionária indústria da multa em Curitiba

A Prefeitura de Curitiba emite uma multa de trânsito a cada 50 segundos. Pura voracidade arrecadatória. O discurso de que são punidos os maus motoristas não cola mais. Ou todo mundo é mau motorista ou a Prefeitura só quer faturar mesmo para tapar os buracos nas contas da Urbs. Qualquer outro argumento do Beto, o Breve, só engole trouxa. E trouxa o motorista curitibano não é.
Perguntas que ainda precisam de respostas:
a) quanto o Beto, o Breve, arrecadou com sua indústria da multa?
b) quanto foi repassado para a empresa sócia da Urbs na máquina de fazer dinheiro?
d) quanto dessa dinheirama toda realmente é aplicada no trânsito de Curitiba, conforme prevê o Código de Trânsito, sinalização e educação de trânsito?
sábado, 26 de julho de 2008
Incompetente para resolver o trânsito de Curitiba, Beto Níquel promete aumentar a indústria da multa

Todo discurso da prefeitura tem pilantragem. O último diz que "maus" motoristas serão vigiados e multados por câmeras. Neste quisito, Beto Níquel superou seu antecessor e guru, o Cássio Níquel. Ele simplesmente triplicou o número de radares em Curitiba e, não contente, quer armar outras arapucas para arrecadar mais.
O curitibano é mau motorista ou o trânsito da cidade é uma merda que a Prefeitura não consegue dar conta?
Curitiba não tem maus motoristas. Curitiba tem um mau prefeito, que não consegue dar conta do trânsito da cidade e penaliza a população com a incompetência de sua equipe e com sua voracidade arrecadatória.
O negócio do Beto, o Breve, é correr no autódromo. Lá não tem radar e nem engarrafamento. E povo que se f...
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Depois da indústria da multa, Beto, o Breve, cria a indústria do guincho

O cara se diz engenheiro. De engenheiro espera-se engenho, idéias criativas. Pois bem, com a genialidade que lhe é peculiar, Beto, o Breve, achou a grande solução para o trânsito de Curitiba, guinchar carros estacionados irregularmente.
A prefeitura já parou para analisar os estacionamentos em Curitiba que estão cartelizados?
Beto e sua iluminada equipe sabem o que é cartel?
O proibir, tirar o dinheiro do povo, atentar contra o patrimônio particular sempre é a solução mais fácil.
Que tal incentivos para a criação de estacionamentos para que a concorrência faça os preços ficarem de acordo com a possibilidade de pagamento dos motoristas? E por que não estacionamentos públicos em parceria com a iniciativa privada?
Não, vamos dar grana para os guinchos. É mais fácil!
P.S: Poucas empresas mandando no pedaço e combinando preços, isto é cartel.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Beto triplica a indústria da multa em Curitiba

A máquina de fazer dinheiro do Beto, o Breve, anda a todo vapor, nem o Ca$$io Níquel ousou tanto:
Enquanto o número de agentes de trânsito de Curitiba está estacionado em 180 desde 1998, o número de radares cresce a cada ano. Em dezembro de 1999, havia 30 equipamentos instalados na cidade; em dezembro do ano passado, eram 110. De acordo com a Diretran, entre janeiro e março deste ano foram registradas 60.223 multas aplicadas a partir de infrações detectadas por radares, e outras 11.980 autuações decorrentes de infrações flagradas por lombadas eletrônicas. Já o número de multas aplicadas por agentes de trânsito, no mesmo período, foi de 27.546. Os agentes que fiscalizam o Estacionamento Regulamentado (EstaR), segundo o órgão, aplicaram 24.605 multas nos três primeiros meses do ano. Uma desvantagem em relação à multa aplicada com base na fiscalização eletrônica é a possibilidade de o motorista escapar da perda de pontos na Carteira Nacional de Habilitação, já que outra pessoa pode responder pela infração. Quando a multa é aplicada por um agente, o infrator é notificado no ato. “As duas formas de fiscalização devem conviver juntas”, comenta o consultor em segurança do trânsito J. Pedro Corrêa. “O radar tem se mostrado eficiente, mas o agente pode dar uma contribuição a mais, fazendo com que o trânsito flua em determinadas situações. O importante é que a fiscalização exista, seja pela fiscalização eletrônica, seja com agentes.” (Gazeta do Povo, hoje).
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