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terça-feira, 24 de março de 2009
Mais dinheiro para os tubarões do transporte em Curitiba
A Rede Integrada de Transportes deverá receber aporte de valores para suposta melhoria do sistema. Mensagem para liberação de crédito adicional de R$ 16, 1 milhões está na pauta de ordem do dia da Câmara de Curitiba, para recebimento de emendas. Mais duas sessões e deve ser votada.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Mulher morre ao cair de ônibus "Ligeirinho" lotado
O transporte coletivo de Curitiba e Região vai bem somente nas cabeças do bólide prefeito Beto Richa e puxas.
Na prática, o transporte coletivo foi sucateado. Os ônibus lotados são a assinatura na falência do sistema.
O povão é tratado como gado e para a Prefeitura é gado mesmo. Vejam o que publica a Gazeta do Povo: Uma mulher de 29 anos, Cleonice Ferreira Gouveia, morreu após cair de um ônibus e ser atropelada pelo próprio veículo no início da manhã desta quarta-feira (28), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. De acordo com informações do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), o acidente aconteceu por volta das 7h10, na Rua das Araucárias, próximo ao cruzamento com a Rua José Schaffemberg.
Na prática, o transporte coletivo foi sucateado. Os ônibus lotados são a assinatura na falência do sistema.
O povão é tratado como gado e para a Prefeitura é gado mesmo. Vejam o que publica a Gazeta do Povo: Uma mulher de 29 anos, Cleonice Ferreira Gouveia, morreu após cair de um ônibus e ser atropelada pelo próprio veículo no início da manhã desta quarta-feira (28), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. De acordo com informações do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), o acidente aconteceu por volta das 7h10, na Rua das Araucárias, próximo ao cruzamento com a Rua José Schaffemberg.
A vítima havia entrado no ônibus ligeirinho da linha Araucária no Terminal da Vila Angélica, em Araucária, ia em direção à Curitiba. A empregada doméstica Maria Joana Mota Matsumoto estava no mesmo coletivo e viu o momento em que a mulher caiu. “Todas as portas estavam fechadas, mas havia tanta gente que, com a movimentação das pessoas, ela começou a ser empurrada contra a porta”, conta. “Quando a porta cedeu e abriu, outro passageiro tentou segurá-la pela camisa, mas a roupa acabou rasgando”.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Perguntinha dos estudantes à Urbs
O caríssimo contrato com o Instituto Curitiba de Informática (ICI) também entra na composição da planilha dos custos operacionais do transporte coletivo???
terça-feira, 2 de setembro de 2008
As contas furadas da URBS
No primoroso site da URBS fala-se em 310 milhões de passageiros/ano, logo abaixo verifica-se que 2 milhões de passageiros utilizam diariamente o sistema... É, leitores do Magna, parece que fazer conta não é o forte da URBS, ou o ano deixou de ter 365 dias. Mas lá está tudo liberado. Até mesmo contar os anos em luas.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
A tragédia do transporte coletivo de Curitiba - 1º ato - falta de estudo
O arquiteto e urbanista Fábio Duarte, coordenador do mestrado em Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), aponta que um dos enroscos é justamente a falta de um estudo que mostre em detalhes origem e destino dos passageiros, o que poderia ser muito esclarecedor na consolidação de novas rotas dentro da cidade. O liberal e a mãe-que-trabalha podem ter a chave do segredo. “Os estudos da Urbs dizem que a maior parte dos passageiros é de Curitiba. É um cálculo errado, pois não leva em conta a multidão que sai da região metropolitana e pega dois-três ônibus na capital. Saber mais sobre os percursos poderia mudar tudo”, explica.
A observação de Duarte faz sentido. É bem provável que as linhas em operação não satisfaçam uma boa parcela dos usuários, em especial os que circulam dentro de seus próprios bairros ou nas regionais. Para esses, é mais barato o carro, o que os desacostuma por tabela do uso do ônibus para outras viagens também. “Há exemplos de cidades que conseguiram baixar 30% das tarifas em percursos curtos, dentro dos bairros”, comenta o filósofo Jorge Brand, um dos líderes do Bicicletada, movimento social que mais pressionou a prefeitura, nos dois últimos anos, a rever sua política de mobilidade. Leia mais na Gazeta do Povo.
A observação de Duarte faz sentido. É bem provável que as linhas em operação não satisfaçam uma boa parcela dos usuários, em especial os que circulam dentro de seus próprios bairros ou nas regionais. Para esses, é mais barato o carro, o que os desacostuma por tabela do uso do ônibus para outras viagens também. “Há exemplos de cidades que conseguiram baixar 30% das tarifas em percursos curtos, dentro dos bairros”, comenta o filósofo Jorge Brand, um dos líderes do Bicicletada, movimento social que mais pressionou a prefeitura, nos dois últimos anos, a rever sua política de mobilidade. Leia mais na Gazeta do Povo.
A tragédia do transporte coletivo de Curitiba - 2º ato - O mico
Um ano e meio depois da retirada das faixas de estacionamento da Visconde de Guarapuava, a medida parecia um sucesso. Em 2005, antes da mudança, o trecho de 2,8 quilômetros entre as ruas Doutor Faivre e Bento Viana era percorrido em 11 minutos e 37 segundos, às 18 horas. Em 2006, um ano depois da mudança, o mesmo trecho, no mesmo horário, era feito em 6 minutos e 57 segundos. Mas em julho deste ano, o percurso demorou 10 minutos e 21 segundos para ser concluído. Leia mais na Gazeta do Povo.
A tragédia do transporte coletivo de Curitiba - 3º ato - A lata de sardinha
Praça Carlos Gomes, terça-feira à tarde. A tabela do ônibus indica que há um Jardim Social/Batel às 14h12. A fila cresce e nada de ônibus. Quinze minutos depois chega um microônibus, que a Urbs diz que tem capacidade para 70 pessoas, mas que com 30 já fica cheio. O pessoal embarca e nesse momento chega outro coletivo, que ultrapassa o primeiro, atrasado. Leia mais na Gazeta do Povo.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Sistema de transporte está falido e URBS empurra situação com a barriga

Tem lingüiça debaixo desta farofa:
Na sexta-feira, dia 25, passou um mês do prazo que a prefeitura de Curitiba tinha para regulamentar a nova Lei do Transporte Coletivo, documento que deve trazer as principais informações sobre o edital que escolherá as empresas que vão gerir o sistema de ônibus da cidade. A regulamentação deveria ser apresentada 90 dias depois da publicação da lei, que saiu no Diário Oficial em 27 de março deste ano. A última informação da Urbs (a empresa que administra o transporte coletivo na cidade) e da prefeitura é de que o documento está sendo analisado por um colegiado da administração municipal e ainda não teria chegado às mãos do prefeito Beto Richa (PSDB).
No dia 25 de junho, o presidente da Urbs, Paulo Schmidt, informou, por intermédio da assessoria de imprensa, que “o regulamento é praticamente o edital”, porque 85% do que estará no edital já fará parte do decreto regulamentador. De acordo com ele, o regulamento vai informar, por exemplo, o número de lotes da licitação e o modelo de remuneração. Leia mais na Gazeta do Povo.
No dia 25 de junho, o presidente da Urbs, Paulo Schmidt, informou, por intermédio da assessoria de imprensa, que “o regulamento é praticamente o edital”, porque 85% do que estará no edital já fará parte do decreto regulamentador. De acordo com ele, o regulamento vai informar, por exemplo, o número de lotes da licitação e o modelo de remuneração. Leia mais na Gazeta do Povo.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
A esperteza que pode acabar com a candidatura do Beto, o Breve

O que parecia uma bela esperteza, bolada na época pela turminha Deonilson Roldo, secretário de comunicação de Cássio Taniguchi, pode ser a maior dor de cabeça do candidato Beto o Breve. Em 2004, Taniguchi majorou as tarifas dos ônibus, num final de semana, antes de viajar, como manda o manual da esperteza política. Deixou em seu lugar o Beto, então vice-prefeito, que foi convencido a revogar o decreto e aproveitar o episódio demagógico para o lançamento de sua candidatura.
O prejuízo político desta digamos, pequena traição, pode vir agora, com o pedido de impugnação feito pelo pessoal da Gleisi. Pode ser que o Tribunal acate o pedido, pois de cabeça de juiz nunca se sabe o que pode sair. Daí virão as apelações, os trâmites jurídicos, etc, etc.
Mas, e o prejuízo da cidade? Quem paga?
Até agora somente o cidadão curitibano.
As tarifas baixas e congeladas simplesmente cortaram os investimentos necessários para o transporte coletivo que pouco, ou quase nada, evoluiu nos últimos quatro anos. O transporte coletivo da cidade está sucateado e saturado. Os terminais de ônibus são verdadeiras favelas no meio das canaletas. Em alguns, chove mais dentro do que fora.
Mas a esperteza tem seu preço e chegou a hora dela cobrar a fatura.
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