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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Renault tem prejuízo de 2,7 bilhões de euros

As agências de notícias internacionais informam que a Renault perdeu 2,712 bilhões de euros no primeiro semestre do ano, frente ao lucro de 1,581 bilhão de euros no mesmo período de 2008, segundo anúncio oficial divulgado nesta quinta-feira.

No entanto, a empresa ressaltou que os resultados do segundo trimestre de 2009 foram menos piores do que os do primeiro. Segundo um comunicado da Renault, as perdas da primeira metade do ano estiveram ligadas à "queda brutal do conjunto dos mercados" e aos resultados negativos de suas filiais e grupos associados, que somaram um prejuízo de 1,584 bilhões de euros, sendo 1,217 bilhão pela Nissan; 196 milhões pela Volvo e 182 milhões pela russa AvtoVAZ.

A divisão automobilística foi a que teve a maior queda: 24,2%, para 15,101 bilhões de euros. A Renault, entretanto, insistiu em evidenciar sinais de uma menor deterioração desde abril. A diminuição do volume de negócios, por exemplo, que tinha sido de 30,8% no primeiro trimestre, passou a ser de 16,9% no segundo. A filial de financiamento contribuiu com 890 milhões de euros para a receita da Renault, o que representa queda de 14,7%.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mercado prevê inflação e juros em queda

Inflação e taxa de juros em queda em 2009. A previsão é de 80 analistas do mercado financeiro, segundo pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central. A expectativa de especialistas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado pelo governo como taxa oficial de inflação, caiu de 4,69% para 4,66%. A desaceleração das economias brasileira e mundial também deverá gerar efeitos na taxa básica de juros (Selic), apostam os analistas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Natal, a crise e o franguinho na panela

A rigor, as necessidades do homem para se manter vivo são poucas, mas os recursos (mão-de-obra, terra, capital...) para satisfazê-las são escassos. Este é o dilema da Economia, que procura a melhor forma de alocar recursos produtivos finitos para satisfazer as necessidades humanas infinitas.

Nos anos 1960, um psicólogo norte-americano de nome Abraham Harold Maslow (1908–1970) reinventou a roda ao determinar uma escala das necessidades humanas. A escala começava com as fisiológicas – comer, dormir, sexo, etc. –, depois, segurança – a casa, por exemplo –, sociais – clube, grupos de afinidades –, status – sinais exteriores que indiquem nossa posição social, carros, jóias, etc – Leia mais em Crônicas Tropicais...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Mais de mil bancários no olho da rua

Mais de 1 mil bancários foram demitidos em São Paulo e Osasco nos últimos três meses, segundo cálculos do sindicato da região. O movimento começou pelos bancos pequenos, mas, nas últimas semanas, se estendeu para alguns maiores. O caso mais recente é o do Banco Safra, o nono maior do País pelo critério de ativos, que, na sexta-feira, dispensou cerca de 200 funcionários, de acordo com fontes consultadas pelo jornal O Estado de S. Paulo. A assessoria da instituição não informou quantas pessoas perderam o emprego, mas disse que as demissões não fogem ao padrão.

E aqui no Paraná, o sindicato tem algum levantamento?

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Os neo-miseráveis



Creio que boa parte dos miseráveis que habita nosso país é obra única e exclusiva de nossos governos. São miseráveis infelizes gerados pelas nossas ineficazes políticas de distribuição de renda, que sempre privilegiaram minúscula casta social, ou ainda, pela absurda e proposital ignorância imposta ao povo pelo governo – que sempre foi, em qualquer época, mero joguete nas mãos desta casta de privilegiados, os verdadeiros donos do Brasil.

Pois bem, estamos no meio de uma crise econômica mundial e sentimos novamente as forças do atraso tramarem contra a possibilidade de acabarmos definitivamente com a pobreza e conseqüente miséria em que se larga no lombo dos brasileiros. Leia mais...

Rocha Loures prevê novo êxodo rural



“O quadro é muito grave. Se não tomarmos iniciativas urgentes, como a aprovação da reforma tributária, poderemos retornar a um ciclo de desfavorável no campo e a um novo êxodo rural, pois os bancos e as financeiras já estão subtraindo tratores e outros insumos dos trabalhadores rurais, que foram dados em garantia a empréstimos”.

Do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), na abertura do Programa Empreendedor Rural, que reuniu cerca de 4 mil produtores e trabalhadores rurais na Expotrade, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

"Lucrem com a crise para a vitória da nação islâmica"

Um importante clérigo sunita afirma que os muçulmanos devem aproveitar a atual crise financeira internacional para fortalecer o sistema financeiro islâmico como uma alternativa ao capitalismo. "O colapso do sistema capitalista, baseado na usura e em papéis e não em mercadorias comercializadas em mercados, é a prova de que ele está em crise e mostra que a filosofia econômica islâmica se mantém firme", disse o xeque Yusuf Al-Qaradawi. "O sistema ocidental entrou em colapso, e nós possuímos uma filosofia econômica completa, assim como fortaleza espiritual", acrescentou. O religioso egípcio, que mora no Catar, pediu que os muçulmanos "lucrem com a crise para que ocorra a vitória da nação islâmica, que possui os recursos materiais e espirituais para isso".

Sistema islâmico condena juros e riscos

Um dos alicerces do sistema financeiro islâmico é a proibição dos juros e da superexposição ao risco. Entre seus príncipios está a condenação ao investimento em atividades não-islâmicas, como pornografia, bebidas alcoólicas, jogo e carne de porco. Nas últimas décadas, o sistema vem crescendo em países muçulmanos. Calcula-se que as instituições financeiras islâmicas tenham crescido em mais de 40 vezes desde 1982, possuindo atualmente investimentos entre US$ 700 bilhões e US$ 1 trilhão, segundo dados apresentados pela instituição intergovernamental Islamic Financial Services Board.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Crise atinge crédito para imóveis

A crise no mercado financeiro mundial já começa a ter reflexos na liberação do crédito para a compra do imóvel. Bradesco e Itaú são os primeiros a elevar as taxas de juros do financiamento habitacional. Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, HSBC, Santander e Real, por enquanto, mantêm as planilhas. Segundo o conselheiro da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Rodolpho Vasconcellos, os bancos ficarão mais rigorosos para liberar essa modalidade de empréstimo. “Eles devem alterar regras de prazos, comprometimento de renda e percentual financiado, além de ficar mais criteriosos para conceder o financiamento”, explica Vasconcellos. O Bradesco aumentou de 9% para 12% ao ano a taxa de juros para os imóveis avaliados em até R$ 120 mil. Antes, o banco oferecia taxa menor para essa faixa, que beneficia as famílias com menos poder aquisitivo. O Itaú unificou as faixas de valor do impóvel e elevou os juros para 12% ao ano mais TR (Taxa Referencial) — imóveis de R$ 62.500 até R$ 350 mil.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Osmar discute a crise com Lula

Os efeitos da crise internacional são inevitáveis. Lula, que de bobo não tem nada, já se articula para dividir o fardo e o desgaste.
O líder do PDT no Senado Federal, Osmar Dias, foi convocado pelo Presidente Lula para participar da reunião de líderes da base de apoio do governo, hoje, às 15 horas, no Palácio do Planalto. Em pauta as medidas do governo brasileiro para preservar o país da crise econômica mundial. Além dos líderes dos partidos da base governista estarão na reunião com o Presidente, o ministro da Fazenda Guido Mantega e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.