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sábado, 20 de março de 2010

Os fantasmas que assombram Beto Richa desde 2007



Beto Richa, putus bonus, o prefeito desta capital européia e que infelizmente fica no Brasil, anda muito preocupado com os fantasmas que estão assombrando o Centro Cívico e manda seus assesores e miquinhos amestrados plantarem notas na "imprensa" dizendo que há "suspeitas" de que ele é o verdadeiro alvo dos escândalos dos diários fajutos da Assembléia Legislativa do Paraná.

Na linguagem dos marqueteiros de quinta categoria que cercam Richa, isto se chama "vacina", ou seja, quando estourar a bronca, e vai estourar, Beto Richa, eterna vítima, banhado em lágrimas de crocodilo, sairá com o velho, manjado e decorado: "Eu já sabia que eles queriam meu couro. A imprensa só quer o meu mal porque sou candidato ao governo! Sou um pobre coitado que teve a infelicidade de ser deputado!"

Ora, ora, a quem eles pensam que enganam! O escândalo dos fantasmas da Assembléia começou justamente com Beto Richa, no episódio da sogra fantasma, em já distante 2007, quando ninguém sabia que ele postulava o governo do Paraná (Deus nos livre disso!) e depois continuou com o fantasma Deonilson Roldo, que Beto Richa acolhe como seu secretário-chefe de gabinete. Quem teve acesso ao processo de Roldo sabe que boa parte desses escândalos agora revelado está lá, bem documentada.

Por imperícia, ou de caso pensado, quando o Ministério Público pediu para que a o Departamento Jurídico da Assembléia anexasse os atos relativos à nomeação e pagamentos de Deonilson como funcionário da Casa, foram também anexados ao processo documentos relativos a outros fantasmas, especialmente jornalistas que devem ter seus nomes citados no decorrer do escândalo. Em poucas palavras, uma tremenda mancada dos advogados da Assembléia, como se lá tivéssemos poucos!

Portanto, Beto Richa é vítima sim, mas da trama fantasmagórica de seus próprios secretários e assessores.

Leia aqui a reportagem da Gazeta do Povo de 2007 sobre a sogra fantasma e que desencadeou o grande escândalo dos diários fajutos da Asembléia do Paraná....

Reportagem da Gazeta do Povo (2009) em que promotor manda fantasma de Richa devolver grana do povo....

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Ministério Público não esqueceu secretário de Beto, nós também não

A quebra do sigilo bancário seria mais fácil e evitaria tanto trabalho, mas o Ministério Público do Paraná (MP) vai fazer uma nova auditoria para saber se Deonilson Roldo, chefe de gabinete do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), acumulou salários de forma indevida de dois cargos públicos – da Assembleia Legislativa do Paraná, onde é funcionário de carreira, e da prefeitura de Curitiba, onde ocupa o cargo após ter sido cedido pelo Legislativo estadual. Conforme informou a Gazeta do Povo, a auditoria vai apurar se Roldo acumulou os vencimentos dos dois cargos – o que é proibido. Roldo vem sendo investigado pelo MP desde 2007, quando a instituição recebeu uma denúncia de que o chefe de gabinete de Richa estaria ganhando dois salários. Uma primeira auditoria do MP detectou que Roldo teria recebido ilegalmente R$ 168.699,99 no período de janeiro de 2003 a dezembro de 2007.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Fantasmão de Beto Richa foge da Folha de S. Paulo

Ministério Público investiga assessor de Beto Richa por acúmulo de cargos públicos

AFONSO BENITES
da Agência Folha

O Ministério Público do Paraná abriu um procedimento administrativo para investigar o chefe de gabinete da Prefeitura de Curitiba (PR), o jornalista Deonilson Roldo, por acúmulo indevido de cargos públicos entre os anos de 2003 e 2007. O assessor do prefeito Beto Richa (PSDB) é funcionário efetivo da Assembleia Legislativa desde 1984 e foi cedido para a prefeitura em 2003.

A Promotoria do Patrimônio Público suspeita que Roldo tenha recebido ilegalmente R$ 168 mil. Conforme a lei 9.527, de 1997, qualquer servidor pode ser nomeado para outro órgão público, mas deve optar por só uma das remunerações. O outro valor deve ser devolvido pelo contratante.

Como Roldo optou pelo salário de chefe de gabinete (cerca de R$ 8.000), ele deveria abdicar dos cerca de R$ 6.000 que recebia da Assembleia. Conforme a denúncia feita à Promotoria, ele continuou recebendo a metade de seu vencimento no Legislativo.

Procurado por meio da assessoria da prefeitura, Roldo não se pronunciou. Ele está viajando com o prefeito para os Estados Unidos. Ao jornal "Gazeta do Povo", ele afirmou que a auditoria é equivocada. Leia mais na Folha de S. Paulo....

Versão de Deonilson alega incompetência dos Recursos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná e Prefeitura de Curitiba

Quem teve acesso ao processo que investiga o secretário chefe de gabinete do prefeito de Curitiba, Beto Richa, Deonilson Roldo, sabe que não houve equívoco algum da promotoria, as provas estão lá, contra cheque por contra cheque, tanto da Prefeitura, quanto da Assembleia Legislativa. A tentativa de Deonilson de se livrar da acusação que o transforma em mais um fantasma da Assembleia Legislativa é piada, somente os amigos do dinheiro público e outros fantasmas para acreditarem na versão de que os departamentos de Recursos Humanos da Assembleia e Prefeitura são incompetentes para não perceberem o ilícito que ocorreu exatamente de Janeiro de 2003 a Dezembro de 2007. Seriam cinco longos anos de incompetência!!! Ora, mandem embora os chefes de RH, porque ninguém consegue errar tanto e por tanto tempo!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Promotor manda fantasmão de Beto Richa devolver dinheiro surrupiado do povo paranaense



A reportagem da Gazeta do Povo revela que uma auditoria do Ministério Público do Paraná (MP) concluiu que Deonilson Roldo, chefe de gabinete do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), recebeu ilegalmente R$ 168.699,99 no período de janeiro de 2003 a dezembro de 2007. Roldo é alvo de uma investigação, que está em fase final, por ter recebido concomitantemente salários de dois cargos públicos – da Assembleia do Paraná, onde é funcionário de carreira, e da prefeitura de Curitiba, onde ocupa cargo após ter sido cedido pelo Legislativo estadual.
Os auditores teriam comprovado que Roldo recebeu, durante 43 meses, salário das duas fontes pagadoras – o que é proibido por lei. Documentos obtidos pela Gazeta do Povo mostram que a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do MP propôs ao chefe de gabinete de Richa, no último dia 18, a devolução aos cofres públicos da Assembleia o montante recebido supostamente de forma indevida – o que, corrigido pela inflação, pode chegar a cerca de R$ 300 mil (os cálculos ainda não foram feitos pelo MP). Roldo tem até a próxima segunda-feira para se manifestar sobre a proposta do MP.


Lista no processo de Deonilson Roldo mostra mais fantasmas


Não disse? Realmente o jornalismo paranaense é independente. A reportagem da Gazeta do Povo demonstra que Deonilson Roldo, chefe de gabinete de Beto Richa, é fantasmão da Assembléia Legislativa, assim como outros jornalistas e supostos servidores que aparecem na lista apresentada ao Ministério Público. Pelo menos uma dezena de fantasmas consta desta lista, boa parte deles lotada na Secretaria de Comunicação Social de Curitiba, hoje nas mãos de Marcelo Cattani (foto). Detalhe: quem anexou a lista ao processo de Deonilson no MP não deve gostar muito desses fantasmas, simplesmente porque não havia necessidade desta lista, já que o MP só investigava Deonilson Roldo.