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quinta-feira, 10 de junho de 2010

PCdoB lamenta suspensão de investigações na AL


O Presidente do PCdoB de Curitiba, José Ferreira Lopes (Dr. Zequinha) lamentou a decisão liminar do STF que suspendeu as investigações criminais sobre as irregularidades na Assembléia Legislativa do Paraná. Segundo ele, essa decisão contraria todo o anseio da população de ver esclarecidas as denúncias.Dr. Zequinha afirmou que a decisão é prejudicial, pois vem justamente quando o clamor popular estava crescendo e a situação da mesa diretora da Assembléia Legislativa estava ficando insustentável. “Agora temos que continuar com as mobilizações e torcer para que a liminar seja derrubada no pleno do STF”, completou.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Assembléia do PR convenientemente na idade da pedra


Uma assembléia legislativa é um poder público e precisa de transparência. A Assembléia Legislativa do Paraná precisa ser informatizada de uma maneira que o cidadão possa fiscalizar os deputados. O governo do Estado já tem suas contas na internet, o governo Federal também. A Câmara dos Deputados tem sistema de acompanhamento de projetos.
O Poder Legislativo do Paraná precisa chegar no século XXI.
E com Software Livre podemos ter trasparência nos sistemas.
A transparência das informações é uma obrigação do pode público.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Assembléia demitiu na sexta, mas contrata de novo na segunda


Da Gazeta do Povo: A Assembleia Legislativa do Paraná deve anunciar nesta sexta-feira (30) a demissão de todos os funcionários comissionados, ou seja, aqueles que foram contratados sem terem sido aprovados em concurso público. Entretanto, os servidores que se recadastraram serão recontratados a partir de segunda-feira (3). Cerca de 1,7 mil dos 1,9 mil funcionários comissionados da Casa se recadastraram. O número de servidores da Assembleia deverá diminuir pois as contratações foram limitadas. A primeira-secretaria, que tinha 125, terá no máximo 14 servidores. Já a presidência poderá contratar 15 funcionários, contra 73 anteriormente. A diretoria-geral terá seis funcionários e tinha 21. Cada deputado poderá contratar até 23 pessoas em cada gabinete.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Manobra suicida de Justus apenas produz provas contra deputados



Ontem, alguns aloprados, gatunos e fantasmas da Assembleia Legislativa do Paraná respiravam com certo alívio após a nova manobra do presidente Nelson Justus (DEM). Acham que está tudo dominado depois que se anunciou as "demissões" e consequente admissão depois do cadastro que se efetua.

É com alegria que informamos, para a tristeza dos gatunos, que esta sensação é tão falsa quanto as nomeações nos diários fajutos. O desespero de Justus, que tenta ganhar tempo até as eleições e salvar as cabeças que enfeitam a Mesa Diretora, revela mais uma ação suicida em que se produz provas contra si, deputados e funcionários da Casa.

Ora, chegará o momento que seremos obrigados a fazer uma conta simples de subtração, o que se gastava na folha de pagamento com os fantasmas, gafanhotos e laranjas e o que se gasta agora com a suposta folha correta. Presumimos uma diferença de milhões, contada mês a mês.
As grandes perguntas: se houve pagamento indevido, essa grana do povo paranaense vai ter que ser devolvida? Quem vai devolver? Quais os mecanismos que devem ser criados pela Assembleia para essa devolução? O que vai acontecer com os impostos sonegados? Quem vai para a cadeia?

Quanto a punição aos larápios, cremos que ela não virá de dentro da Assembleia, que não tem vontade e muito menos moral para isso. Mas há esperanças. Sabemos que, quanto mais o tempo passa, mais a guilhotina é afiada. A Polícia Federal deve colocar novamenteas cabeças nos seus devidos lugares.

Lembrem-se que o recadastramento ao mesmo tempo que alivia por hora o pescoço dos deputados é o mesmo que vai dar substância ao grande rol de provas até agora juntado ao processo. Os nomes que ficarão de fora da folha e que um dia nela constaram, serão preciosos para a orientação dos inquéritos.

E depois, tem gente que vai ficar de fora do botim, que considera direito adquirido, e que não vai gostar nada, mas nadinha mesmo, de ter que devolver a grana, pagar impostos, ficar na merda e ir para a prisão sozinha, enquanto os verdadeiros culpados caminham livres, leves e soltos pelas mais lindas praias deste meu país. Para os aloprados, certamente vai ser triste ver seus carrões e mansões serem leiloados e todo fruto do roubo se esvanecer na fumaça da Justiça e do bom Direito.

Fica aqui uma sugestão, em especial ao deputado Tadeu Veneri: que se crie um fundo destinado à saúde e educação de nossas crianças com o dinheiro que deve ser devolvido aos cofres públicos. Assim, daremos a estes gatunos a chance de fazer caridade e serem aliviados em seus pecados contra o sofrido e trabalhador povo paranaense.

terça-feira, 16 de março de 2010

A saia justa de Justus, o Cristo, e bota justa nisso!



O presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, deputado Nelson Justus, está entre a cruz e a caldeirinha, por enquanto só nega e diz que não sabia de nada e que vai mandar apurar e punir a farra dos fantasmas e gafanhotos.

Bom, é super delicada a situação de Justus, qualquer vacilo de comunicação nesse emaranhado de denúncias e ele passa a ser o cara que vai carregar a cruz dos outros 53 deputados, seja qual for a cruz:

Se continuar dizendo que não sabia ou sabia muito pouco, o povo vai começar a vê-lo como um banana, coisa que nunca foi, que esteve este tempo todo sendo traído descaradamente por seus colegas e funcionários na Assembléia;

Se colocar culpa nos antigos presidentes vai arrumar briga com todo mundo e seu Raimundo;

Se sabia, por que nunca fez nada e só deixou para anunciar medidas agora, depois que ficou sabendo que a bomba iria estourar?

Lembrem-se, Justus também vai ter que demonstrar que nunca se beneficiou dos esquemas denunciados. Tudo que ele falar agora pode voltar-se como um terremoto sobre ele mesmo.

Neste momento, a estratégia de negar imagens e documentos contundentes é a mais furada possível, o efeito do desmentido é muito superior à tentativa de esconder o lixo debaixo do tapete; se ficar exposto muito tempo vai queimar-se perante o eleitorado. Veja o que ele anda dizendo, ou não dizendo, por aí:

  1. Marcos Tosi MarcosTosi Justus não explicou nada. Disse que vai apurar, doa a quem doer, que não vai ficar sem resposta. No momento, está totalmente sem resposta.
  2. Marcos Tosi MarcosTosi Nelson Justus, sobre o novo escândalo dos laranjas: Como é que o presidente da Assembleia vai saber dessas coisas?

Deputados envergonham paranaenses - o roubo descarado


Este time de primeira linha do jornalismo Karlos Kohlbach, Katia Brembatti, James Alberti e Gabriel Tabatcheik da Gazeta do Povo mostra aos paranaenses, em momento mais do que opoturno, como funciona (ou não deveria funcionar) o Poder Legislativo do Paraná. Uma vergonha nacional para um estado que se orgulha da capacidade, honra e honestidade de seu povo. Mas, nem tudo está perdido, este ano é de eleições, e aqueles que nos enganaram por tanto tempo devem ser varridos por debaixo do tapete da história junto com o roubo descarado que tanto prejudica nosso povo, em especial os que mais precisam dos recursos públicos bem aplicados: nossa gente que trabalha honestamente e que às vezes não tem um prato de comida para seus filhos. Vergonha, não há aqui outra palavara ao se ler a reportagem:

Embora seja um instrumento essencial para dar transparência ao poder público, a Assem­­­bleia Legislativa do Paraná trata os seus diários oficiais de forma obscura. Além de guardá-los a sete chaves (não há exemplares para consulta na bliblioteca da Casa), a Assembleia criou uma nova modalidade de publicação para oficializar os seus atos: os diários avulsos. Tais documentos não seguem numeração ou ordem cronológica; são desprovidos de uma sequência que permita qualquer tipo de fiscalização – o que abre a possibilidade de que irregularidades possam ser “legalizadas”. Esses impressos trazem somente a data em que foram publicados. Porém, é bastante comum que essas datas coincidam com as de outros diários oficiais numerados. Ou seja: num mesmo dia, dois diários são emitidos – um com numeração e outro sem. Leia mais na Gazeta do Povo.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Fantasmão de Beto Richa foge da Folha de S. Paulo

Ministério Público investiga assessor de Beto Richa por acúmulo de cargos públicos

AFONSO BENITES
da Agência Folha

O Ministério Público do Paraná abriu um procedimento administrativo para investigar o chefe de gabinete da Prefeitura de Curitiba (PR), o jornalista Deonilson Roldo, por acúmulo indevido de cargos públicos entre os anos de 2003 e 2007. O assessor do prefeito Beto Richa (PSDB) é funcionário efetivo da Assembleia Legislativa desde 1984 e foi cedido para a prefeitura em 2003.

A Promotoria do Patrimônio Público suspeita que Roldo tenha recebido ilegalmente R$ 168 mil. Conforme a lei 9.527, de 1997, qualquer servidor pode ser nomeado para outro órgão público, mas deve optar por só uma das remunerações. O outro valor deve ser devolvido pelo contratante.

Como Roldo optou pelo salário de chefe de gabinete (cerca de R$ 8.000), ele deveria abdicar dos cerca de R$ 6.000 que recebia da Assembleia. Conforme a denúncia feita à Promotoria, ele continuou recebendo a metade de seu vencimento no Legislativo.

Procurado por meio da assessoria da prefeitura, Roldo não se pronunciou. Ele está viajando com o prefeito para os Estados Unidos. Ao jornal "Gazeta do Povo", ele afirmou que a auditoria é equivocada. Leia mais na Folha de S. Paulo....

Versão de Deonilson alega incompetência dos Recursos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná e Prefeitura de Curitiba

Quem teve acesso ao processo que investiga o secretário chefe de gabinete do prefeito de Curitiba, Beto Richa, Deonilson Roldo, sabe que não houve equívoco algum da promotoria, as provas estão lá, contra cheque por contra cheque, tanto da Prefeitura, quanto da Assembleia Legislativa. A tentativa de Deonilson de se livrar da acusação que o transforma em mais um fantasma da Assembleia Legislativa é piada, somente os amigos do dinheiro público e outros fantasmas para acreditarem na versão de que os departamentos de Recursos Humanos da Assembleia e Prefeitura são incompetentes para não perceberem o ilícito que ocorreu exatamente de Janeiro de 2003 a Dezembro de 2007. Seriam cinco longos anos de incompetência!!! Ora, mandem embora os chefes de RH, porque ninguém consegue errar tanto e por tanto tempo!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Polícia Federal vai ouvir 500 pessoas no caso dos gafanhotos

A Polícia Federal (PF) deve retomar já nos próximos dias os depoimentos das quase 500 pessoas supostamente envolvidas no esquema gafanhoto dentro da Assembléia Legislativa do Paraná no período entre 2001 e 2004. Entre os alvos da investigação da PF estão ex-deputados estaduais, funcionários e ex-servidores da Casa – além das 23 autoridades com foro privilegiado, cujos casos concentram-se no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. A participação dos delegados federais é apenas um braço da investigação, que apura a denúncia de que funcionários de alguns gabinetes parlamentares autorizavam que seus salários fossem depositados em uma mesma conta bancária, movimentada pelo deputado ou por parentes e aliados deles. Mais na Gazeta do Povo...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Gafanhoto cuidando da plantação?

A reportagem da Gazeta do Povo demonstra ter memória: Investigado pela participação no esquema gafanhoto na Assembléia do Paraná, o conselheiro Hermas Brandão assume hoje a presidência do Tribunal de Contas do Paraná (TC) com a função de coordenar os trabalhos do órgão responsável justamente pela fiscalização do uso do dinheiro público em todos os poderes do estado, incluindo o Legislativo paranaense. Ficará na função pelos próximos dois anos.Foi na época em que Hermas presidiu a Assembleia, de 2001 a 2006, que ocorreu o chamado esquema gafanhoto, um dos maiores escândalos do Legislativo paranaense, por meio do qual supostamente teria havido o desvio de recursos públicos e a contratação de funcionários fantasmas.