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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Testemunha diz que nunca teve conta no HSBC, mas R$ 124 mil foram depositados pela AL

Thayse Pereira Gbur afirmou ontem à 9.ª Vara Criminal de Curitiba que há dois anos trabalha num lava-car e que jamais deu expediente na Assembleia do Paraná. Disse ainda que nunca foi ao banco HSBC abrir a conta corrente em que a Assembleia depositou R$ 124,4 mil em “salários” por quase um ano – média de R$ 11 mil mensais. Nesta semana, reportagem da Gazeta do Povo revelou que o HSBC demitiu nove funcionários acusados de abrir contas para depósitos de salários da Assembleia sem conhecimento dos titulares, que seriam laranjas usados para desvio de dinheiro. Leia mais na Gazeta do Povo...

domingo, 18 de abril de 2010

O recadastramento que vai dar chabu

Caso sejam procedentes as informações que chegam ao blog, e devem ser, o recadastramento dos funcionários da Assembleia Legislativa do Paraná, encerrado na última sexta-feira, vai trazer mais dor de cabeça para nossos ilustres deputados, em especial, aos membros da mesa diretora. Tem fantasma que teima em não largar o osso e está devidamente recadastrado. Há até a teoria conspiratória de que teríamos dois cadastros, um para ser divulgado agora e outro para futuros ajustes.

terça-feira, 23 de março de 2010

Alvaro pede Ministério Público Federal no caso dos fantasmas

Ao comentar em Plenário reportagens sobre esquema de corrupção revelado na Assembleia Legislativa do Paraná, publicadas na imprensa de seu estado e em artigo do jornal O Estado de S. Paulo de ontem, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) defendeu a apuração rápida do escândalo e a punição dos responsáveis. Em seu pronunciamento, Alvaro Dias considerou necessária a participação do Ministério Público Federal nas investigações, dada a "lentidão" do Ministério Público Estadual, que, na avaliação do parlamentar, "deveria ter instaurado procedimentos investigativos há três anos".

- Creio ser importante também a convocação do Ministério Público Federal, que garantirá insuspeição às investigações, e, sobretudo, será um suporte para o trabalho do Ministério Público Estadual - disse.
E mais:
- O povo do Paraná tem o direito de saber quais são os responsáveis por esse escândalo. E como diz o articulista [Carlos Alberto Di Franco]: que não se busque um bode expiatório, que não se jogue sobre os ombros do diretor-geral toda a responsabilidade. É preciso buscar naqueles que comandam o processo político, naqueles que buscam o voto do povo, se elegem e depois voltam as costas e não cumprem os seus compromissos - disse o senador referindo-se ao artigo do jornalista Carlos Alberto Di Franco, publicado pelo Estadão.

Leia a íntegra na matéria da Agência Senado

sábado, 20 de março de 2010

Do além: Rossoni, o guardador de fantasmas

Foto psicografada em 19/04/2009, o deputado Valdir Rossoni ao lado do fantasma que ele contratou e que afirma que não sabia que ele era vereador.

quinta-feira, 18 de março de 2010

O silêncio dos deputados é atestado de culpa



Constangedor o silêncio do presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, deputado Nelson Justus (DEM) e de boa parte dos outros 53 deputados que por lá militam para o bem ou para ou mal.

Não queremos acreditar nisso, mas as medidas até agora anunciadas em relação ao escândalo dos gafantos e fantasmas que infestam a Assembléia Legislativa não respondem nadica de nada, apenas são factóides que parecem gerados no desespero de quem acoberta delinquentes, esconde larápios, ou na melhor das hipóteses, grandes pulhas que, descaradamente, roubam nosso povo trabalhador.

Boa parte desses deputados vai tentar a reeleição neste ano, porém esta boa parte esquece que terá que enfrentar o povo no olho a olho, no corpo a corpo. Esquecem esses parlamentares que a política sofre hoje transformações profundas em virtude das redes sociais na internet. Em outras palavras, está cada vez mais difícil se esconder do juízo do povo, das pessoas de bem. Está cada vez mais difícil roubar o dinheiro público e ficar impune.

Há um grande equívoco dos deputados que julgam que o terremoto vai passar depois que terminarem as reportagens da Gazeta do Povo-RPC. Elas não vão cessar. Quem conhece jornalismo, o sério e praticado por gente séria, sabe que para um assunto desses, com tantos dados nebulosos e perguntas não respondidas, os desdobramentos tendem a assumir características de tempestade contínua ampliada pela internet. Está certo que a maioria dos deputados ainda não sabe do alcance das novas tecnologias, esta maioria ainda vive no tempo do panfleto e do tapinha nas costas para ganhar votos. Os tempos são outros, a notícia chega às pessoas em tempo real, na velocidade da luz e em qualquer lugar.

Ontem, blogueiros e twitteiros de Curitiba começaram as primeiras conversas para coordenar ações de ampliação das denúncias apresentadas e de cobrança de diligentes investigações do Ministério Público do Paraná. A idéia é cobrar as autoridades e ampliar na internet o trabalho dos jornalistas da Gazeta do Povo-RPC e também colaborar com novos elementos que sirvam como provas nos desdobramentos das investigações das maracutaias.

Perguntas que os deputados precisam responder, de acordo com a reportagem da Gazeta do Povo:
Sem respostas

Veja questões que estão sem esclarecimentos relacionadas à publicação de diários avulsos e secretos, exonerações e outras medidas tomadas pela Assembleia Legislativa do Paraná:

Para quem foi o dinheiro que muitas pessoas nomeadas pela Assembléia afirmam não ter recebido?

Dentre os nomeados há taxista, garçom, pedreiro, empresário, advogada. Alguns dizem nunca ter trabalhado para a Assembleia. Outros nem sequer moram no Paraná.

Como a Assembleia paga salários acima do limite previsto pela lei?

Entre janeiro de 2004 e abril de 2009 foram pagos salários acima do teto legal do Legislativo paranaense (R$ 20 mil) a 73 pessoas.

Mesmo com a divulgação da lista de funcionários pela Assembleia, ninguém tem conhecimento de que muitas das pessoas listadas não trabalham na Casa?

Os deputados costumam alegar que pagam agentes políticos que atuam em seus redutos eleitorais. Mas a reportagem encontrou casos de pessoas que vivem em Santa Catarina e Goiás.

Se a Assembleia emite uma certidão afirmando que a agricultora Vanilda Leal não é funcionária do gabinete do deputado Jocelito Canto, como não sabe informar a qual setor ou gabinete ela está vinculada?

Vanilda, que mora em um casebre em Cerro Azul, a 100 quilômetros de Curitiba, se sustenta com o auxílio do Bolsa Família. Mas registros nos diários oficiais da Assembleia mostram que foram depositados R$ 1,2 milhão na conta dela, ao longo de cinco anos.

Em qual diário está a exoneração de Jermina Maria Leal da Silva, mãe de Vanilda?

Segundo a Assembleia, Jermina não é mais funcionária da Casa. Mas não foi informado quando ela teria sido exonerada. Os depósitos na conta dela somam R$ 380 mil entre 2004 e 2009.

Por que há tantos casos de publicações retroativas ou antecipadas?

Edições às quais a reportagem teve acesso mostram que há um caso de nomeação publicada em 2008, mas valendo a partir de 2001. Segundo especialistas, esse tipo de ato é totalmente irregular.

Por que a Assembleia do Paraná não permite a consulta aos diários oficiais?

Não há exemplares disponíveis na Assembleia. Nos últimos dois anos, a reportagem da Gazeta do Povo e da RPC TV tentou consultar as edições, mas sem sucesso. Desde o ano passado, a desculpa é que os documentos estão na gráfica para encadernação.

Por que não há um arquivo público, fora do Legislativo, como contra prova dos diários?

Não há nenhuma edição da publicação da Assembleia na Biblioteca Pública do Estado. Além disso, a Assembleia poderia ser mais transparente e dar mais publicidade aos seus atos se também utilizasse o Diário Oficial do Estado.


terça-feira, 16 de março de 2010

RPC revela mais pilantragens praticadas na Assembléia do Paraná

Mais um para ajudar a descascar a jaca:

Lama pura: Abib Miguel, o Bibinho, o homem que não dá entrevistas e é diretor da Assembléia Legislativa do Paraná, acaba de ser mostrado na RPC como chefe de grande esquema de corrupção que tem tentáculos em outros estados, Em destaque uma fazenda em Goiás avaliada em R$ 50 milhões. Clique aqui e veja as imagens da vergonha...
Justus sabia disso? É óbvio que não. Os deputados sabiam disso, é evidente que não. Aqui ninguém sabe de nada, somente o jardineiro do Bibinho que sabe, pois confirmou que recebeu dinheiro da Assembléia, mais de 100 mil reais, para cuidar do jardim da casa do diretor que não dá entrevistas.

Amanhã é a vez dos super-salários na Assembléia, salarinhos de 30 mil reais, coisa pouca. Justus pode ficar tranquilo e dormir o sono dos justos que a coisa toda será resolvida pela sindicância do tipo raposa cuidando do galinheiro, sem efeito algum e que não resolverá a crise instalada e muito menos a revolta do povo.

Creio que estamos assistindo ao fim de uma era na AL do Paraná, o duro é que o povo paranaense nunca mais terá o que lhe foi roubado de volta.


  1. Dr. Rosinha (PT-PR) DrRosinha De avô para neto. Do falecido Aníbal Khury a Alexandre Curi. Tudo em família na Assembleia do Paraná. #ForaJustus
  2. Dr. Rosinha (PT-PR) DrRosinha Segundo reg. interno, cabe ao 1º secretário fiscalizar despesas da Assembleia. O cargo é d Alexandre Curi (PMDB). #ForaJustus

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O guardador de fantasmas está de volta



O bólide prefeito tucano Beto Richa retorna a Curitiba com um grande problema: onde guardar mais um fantasma da Assembleia Legislativa que se manifesta em seu gabinete. Os sucessivos escândalos de sua administração envolvendo contratos, licitações, empreitieras e fantasmas estão atingindo em cheio a imagem de bom moço do rapaz. Mesmo atrapalhada, a oposição sabe que, na última eleição, foi esta imagem que foi para as urnas. Está nos manuais de qualquer marqueteiro de boteco: Ganhar uma imagem artificial é fácil, perdê-la é questão de tempo, recuperá-la é praticamente impossível.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Versão de Deonilson alega incompetência dos Recursos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná e Prefeitura de Curitiba

Quem teve acesso ao processo que investiga o secretário chefe de gabinete do prefeito de Curitiba, Beto Richa, Deonilson Roldo, sabe que não houve equívoco algum da promotoria, as provas estão lá, contra cheque por contra cheque, tanto da Prefeitura, quanto da Assembleia Legislativa. A tentativa de Deonilson de se livrar da acusação que o transforma em mais um fantasma da Assembleia Legislativa é piada, somente os amigos do dinheiro público e outros fantasmas para acreditarem na versão de que os departamentos de Recursos Humanos da Assembleia e Prefeitura são incompetentes para não perceberem o ilícito que ocorreu exatamente de Janeiro de 2003 a Dezembro de 2007. Seriam cinco longos anos de incompetência!!! Ora, mandem embora os chefes de RH, porque ninguém consegue errar tanto e por tanto tempo!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Lista no processo de Deonilson Roldo mostra mais fantasmas


Não disse? Realmente o jornalismo paranaense é independente. A reportagem da Gazeta do Povo demonstra que Deonilson Roldo, chefe de gabinete de Beto Richa, é fantasmão da Assembléia Legislativa, assim como outros jornalistas e supostos servidores que aparecem na lista apresentada ao Ministério Público. Pelo menos uma dezena de fantasmas consta desta lista, boa parte deles lotada na Secretaria de Comunicação Social de Curitiba, hoje nas mãos de Marcelo Cattani (foto). Detalhe: quem anexou a lista ao processo de Deonilson no MP não deve gostar muito desses fantasmas, simplesmente porque não havia necessidade desta lista, já que o MP só investigava Deonilson Roldo.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Fantasmas não foram esquecidos


Os fantasminhas camaradas que assombram a Assembléia Legislativa do Paraná e Câmara Municipal de Curitiba - sem esquecer outras conexões do além em vários órgãos públicos - estão certos que tudo não vai dar em nada. Fonte segura do Ministério Público garante que sonhar é bom, mas na cadeia.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Investigações sobre fantasmas voltam com tudo


Os fantasminhas camaradas da Assembléia Legislativa tiveram um refresco da PF e MP durante o processo eleitoral. Coisa para não misturar alhos com bugalhos e para não dizer que os resultados apurados têm alguma motivação além de se fazer justiça. De acordo com um advogado de vários envolvidos no processo, professor amigo meu, devolver o dinheiro não apaga o crime, pode ser apenas um atenuante. Mesmo porque a motivação para a devolução da grana surrupiada dos cofres públicos não é arrependimento e sim cagaço de passar algum tempo na cela em companhia do Ditão, gente boa que se hospeda na Penitenciária do Estado e que não nutre simpatia alguma por gatuno fantasma. Místico e pragmático, Ditão acha que essa coisa de alma penada só se resolve na pancada.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Vergonha: Folha de S. Paulo fura jornais do Paraná e revela esquema de fantasmas do Beto Richa

Toda imprensa de Curitiba já sabia do esquema dos fantasmas do Beto Richa, mas conservou-se num vergonhoso silêncio. Hoje, a Folha de S. Paulo, que não tem o rabo preso com essa turma, detonou o esquema dos fantasmas do prefeito:

"A Polícia Civil do Paraná investiga a nomeação de supostos laranjas em cargos de confiança no gabinete do então deputado estadual Beto Richa (PSDB), atual prefeito de Curitiba e candidato à reeleição. Segundo o Datafolha, ele tem 71% das intenções de voto.

Depoimentos de três pessoas ouvidas entre sábado e ontem no Cope (Centro de Operações Policiais Especiais) mostra que elas não trabalharam no gabinete de Richa (deputado de 1995 a 2000) no período em que constam como nomeadas.

Um dos interrogados foi o mestre de obras Ivo Ferreira de Oliveira, "exonerado" no dia 1º de fevereiro de 2001 pelo ato da comissão executiva 060/2001. Segundo a assessoria de Richa, há um homônimo que trabalhou no gabinete e hoje responde pela diretoria jurídica da Urbs (empresa da Prefeitura que gerencia o transporte coletivo). A assessoria vê no caso objetivo político para "prejudicar" a campanha do tucano.

As outras duas pessoas ouvidas pela polícia foram a perfumista Maria Margarete Ribas Nalovaike e a auxiliar de nutrição Divair Antônia de Almeida Cardoso. Maria disse que "não tem idéia" de como seu nome foi parar na relação de funcionários do tucano.

O nome de Maria aparece em exonerações e renomeações entre 1997 e 1999 em edições do "Diário Oficial" da Assembléia repassadas à polícia pelo advogado Guilherme Gehlen, que protocolou a denúncia contra o prefeito. Guilherme não foi localizado pelo reportagem.

Já Divair afirmou em depoimento ter trabalhado no gabinete do então deputado entre 1995 e 1996, mas de acordo com cópia do ato da comissão executiva número 140/97, publicado no "Diário" da Assembléia Legislativa de 19 de maio de 1997, repassado por Gehlen à polícia, ela foi nomeada a partir de 1º de abril daquele ano e exonerada em fevereiro de 1999."
Clique aqui e leia a matéria na Folhaonline.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Casa Assombrada, o retorno

É de botar as barbas de molho.
A Polícia e o Ministério Público Federal continuam caçando fantasmas na Assembléia Legislativa. Ninguém sabe como um antigo requerimento do ex-deputado Neivo Beraldin foi parar no processo. Obra do além, pois não!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Câmara Municipal de Curitiba também abriga fantasmas. Esquema desvia R$ 5,2 milhões do erário


Fiquei preocupado quando passei perto da Câmara de Vereadores e vi um gato levitar. Lendo as notícias de hoje fiquei sabendo que isto, naquela casa, é o que menos assombra. Realmente, um caso para méduns desvendarem:

"Oito ações propostas pelo Ministério Público do Paraná (MPE), todas por improbidade administrativa, dão uma pequena idéia do prejuízo que o esquema gafanhoto – que está sendo investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF) dentro da Assembléia Legislativa do Paraná – pode causar aos cofres públicos. Os processos ajuizados pelo MPE, que tramitam nas Varas de Curitiba, denunciam casos de funcionários fantasmas tanto na Assembléia quanto na Câmara de Vereadores de Curitiba. São quatro processos envolvendo funcionários fantasmas na Assembléia e outros quatro na Câmara. As ações requerem à Justiça a devolução de R$ 5,2 milhões aos cofres públicos – dinheiro que teria sido desviado por deputados, vereadores, funcionários e ex-servidores das instituições. Fontes do MPF e da PF ouvidas na semana passada pela Gazeta do Povo informaram que ainda não conseguiram mensurar o rombo que o esquema gafanhoto provocou aos cofres da Assembléia, mas acreditam em valores milionários. “Só teremos esse montante ao final das investigações, até porque aparecem novas vítimas quase todos os dias”, disse uma das fontes." (Gazeta do Povo).

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Gabinete é ninho de assombração

A deputada estadual Bete Pavin (PMDB) tem pelo menos cinco funcionários de seu gabinete que não dão expediente na Assembléia, segundo reportagem veiculada nesta terça-feira (8) pelo Paraná TV, da RPC TV. Outros cinco servidores do gabinete dela também são suspeitos de serem funcionários fantasmas. Leia mais e veja a reportagem...

terça-feira, 8 de julho de 2008

Fantasmas desamparados

Até o momento, deputado algum resolveu defender os fantasmas desamparados da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná. São dezenas deles que infestam os sombrios corredores daquela casa de leis. Até o momento, somente a Polícia Federal e o Ministério Público Federal lhes deram atenção. Nem mesmo um discursinho em defesa das assombrações.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Polícia pode ouvir fantasmas da Assembléia Legislativa do Paraná em sessão espírita




Tida e havida como a casa de gente muito viva - bota viva nisso! -, a Assembléia Legislativa do Paraná é uma verdadeira casa da assombração quando se trata de funcionários que não aparecem para trabalhar - só para receber, é lógico. Na lista do Ministério Público e Polícia Federal fantasmas conhecidos e desconhecidos. Eles devem ser chamados e ouvidos pela PF, nem que seja em sessão espírita.

A pauta das perguntas é óbvia: quem nomeou; quem acobertou; onde foi depositado o salário; o dinheiro foi declarado para o fisco, se tem racha, etc. Resta saber se vai valer o esquema da delação premiada. Ou seja, além de fantasma, o cara pode virar dedo-duro, mas para quem perdeu a honra e vergonha faz tempo, isso é nada, nadinha.

Vai ser um espetáculo e em pleno período eleitoral!