Como era de se esperar, as empresas de ônibus e a prefeitura de Curitiba estão tentando achar culpados para o acidente envolvendo os ônibus Ligeirinho e biarticulado em pleno centro da cidade.
Lista de suspeitos: os motoristas, os passageiros e os pedestres. Ou seja, os de sempre.
Lista dos inocentes - as empresas de ônibus, a prefeitura, que são reconhecidas por não tratarem o povo como gado, por não submeterem os motoristas a jornadas estressantes, por não cobrarem caro por um serviço ruim, por oferecerem boas condições de segurança aos passageiros de ônibus. Cadê o cinto de segurança?!?
Como foi mais este acidente envolvendo ônibus em Curitiba: um ligeirinho de Fazenda Rio Grande, da empresa Leblon, bateu de frente na lateral de um biarticulado, da linha Santa Cândida/Capão Raso, da empresa Glória, no cruzamento entre a Rua André de Barros e a Travessa da Lapa. O acidente ocorreu por volta das 15h30 depois que um dos motoristas dos ônibus furou o sinal vermelho. O condutor do biarticulado tentou desviar do ligeirinho e a frente do veículo acabou invadindo uma loja de imóveis.
De acordo com o tenente coronel Luiz Henrique Pombo, dos Bombeiros, pelo menos 16 viaturas do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local para prestar atendimento às vítimas. Um helicóptero também foi utilizado para transportar os feridos para hospitais da capital. (Foto e informações da Gazeta do Povo).
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Quem vai responder pelo assassinato da trabalhadora Cleonice?
O Ministério Público, por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, anunciou que poderá pedir uma adequação em toda frota de ônibus de Curitiba para garantir a segurança dos usuários do sistema. O anúncio foi feito ontem depois de uma análise preliminar do laudo de criminalística e do depoimento do motorista que dirigia o ônibus em que viajava a auxiliar de serviços gerais Cleonice Ferreira Gouveia, de 29 anos. A passageira morreu atropelada depois que as portas do ônibus em que ela estava se abriram com o veículo ainda em movimento, no último dia 28.
Pergunta que o Ministério Público ainda não esclareceu: quem vai responder pelo assassinato da trabalhadora Cleonice Ferreira?
Pergunta que o Ministério Público ainda não esclareceu: quem vai responder pelo assassinato da trabalhadora Cleonice Ferreira?
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Urbs se complica: perícia aponta que porta é inocente
O laudo do Instituto de Criminalística descartou falhas no sistema de segurança da porta do ligeirinho da linha Araucária/Curitiba, que teria aberto e provocado a queda de uma passageira em 28 de janeiro. A auxiliar de serviços gerais Cleonice Ferreira Gouveia, de 29 anos, morreu atropelada após cair do veículo em movimento na Cidade Industrial de Curitiba. O documento foi encaminhado nesta sexta-feira (13) à Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran). O delegado-titular da Dedetran, Armando Braga de Moraes Neto, ainda aguarda os laudos do local e o da necropsia para concluir a investigação.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Inquérito vai apurar morte de mulher que caiu do "ligeirinho"
A Justiça não abandonou de vez este mundo e vale para rico e para pobre:
A Gazeta do Povo informa que o Ministério Público do Paraná (MP-PR) abriu inquérito civil, nesta quinta-feira (29), para investigar o acidente que matou uma passageira de ônibus em Curitiba. A auxiliar de serviços gerais Cleonice Ferreira Gouveia, de 29 anos, morreu atropelada após cair de um ônibus superlotado na manhã de quarta-feira (28). O veículo estava em movimento e a porta abriu. A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Curitiba pretende apurar se houve falha no sistema de segurança do veículo e se a situação que pode se repetir. O MP solicitou informações da Urbanização de Curitiba (URBS), que administra o sistema de transporte integrado da região metropolitana, e da empresa Araucária Transporte Coletivo LTDA.
Vamos acompanhar este caso até o fim. Chega de impunidade, as "autoridades" da Urbs vão ter que pensar duas vezes antes de tirar os ônibus das linhas e fazer o povo se amontoar que nem gado. Respeito é bom e o povo curitibano gosta. Cadeia para os irresponsáveis!
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