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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mercado prevê inflação e juros em queda

Inflação e taxa de juros em queda em 2009. A previsão é de 80 analistas do mercado financeiro, segundo pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central. A expectativa de especialistas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado pelo governo como taxa oficial de inflação, caiu de 4,69% para 4,66%. A desaceleração das economias brasileira e mundial também deverá gerar efeitos na taxa básica de juros (Selic), apostam os analistas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Natal, a crise e o franguinho na panela

A rigor, as necessidades do homem para se manter vivo são poucas, mas os recursos (mão-de-obra, terra, capital...) para satisfazê-las são escassos. Este é o dilema da Economia, que procura a melhor forma de alocar recursos produtivos finitos para satisfazer as necessidades humanas infinitas.

Nos anos 1960, um psicólogo norte-americano de nome Abraham Harold Maslow (1908–1970) reinventou a roda ao determinar uma escala das necessidades humanas. A escala começava com as fisiológicas – comer, dormir, sexo, etc. –, depois, segurança – a casa, por exemplo –, sociais – clube, grupos de afinidades –, status – sinais exteriores que indiquem nossa posição social, carros, jóias, etc – Leia mais em Crônicas Tropicais...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Para iniciar bem a semana: nem tudo está perdido. Vamos ser grandes

De acordo com as previsões do IPC, ligado ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), até 2020 o Brasil vai ganhar um significativo peso econômico. O IPC projeta que em 2020 a economia brasileira seria cerca de 38% maior do que a do Leste Europeu e próxima de um quinto da economia dos Estados Unidos. A renda per capita do Brasil deverá crescer a um ritmo de 3,4% até 2020, segundo as previsões do IPC. "(O Brasil) deverá se beneficiar da demanda contínua por suas exportações de commodities e do aumento do comércio e do investimento intra-regional", diz o estudo. "Mas suas políticas financeiras conservadoras, que sustentam o valor de sua moeda, indicam que seu pequeno déficit em conta corrente vai mudar pouco até 2020."

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Para começar bem a semana

Não existe nada mais produtivo do que a Reunião do G-20. Afinal, precisa-se de muito esforço para gastar um final de semana inteiro para não decidir nada.

O Papai Noel de Lula não é o mesmo do povo brasileiro.

A mídia aguarda ansiosamente para saber qual será o crime espetáculo desta semana. Pode ficar certo que será melhor do que a novela.

A bolsa começa em alta, oscila e cai; o dólar também vai na mesma marcha, enquanto o mundo dos ricos continua como está, afinal há sempre um governo disposto a socorrer os pilantras.

Taxa de juros nos patamares que dá cadeia em país sério continua assaltando o povo brasileiro.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sinais do apocalipse desta quarta-feira

Bovespa chega a despencar 9%;
Dólar chega a R$ 2,37;
Mantega: "não temos bancos quebrando".
O economista Lula ainda não disse bobagens.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Reservas são suficientes para honrar dívida externa

Não sei se isso pode aliviar alguma coisa, mas o Banco Central diz que as reservas internacionais do País são suficientes para pagar o triplo dos vencimentos de dívida externa nos próximos 12 meses. No relatório trimestral de inflação de setembro, o BC aponta que as reservas deverão subir cerca de US$ 8,5 bilhões, para US$ 216,5 bilhões ao fim de 2009. Embora também preveja uma escassez no ingresso de dólares, apontando que o setor bancário deverá reduzir suas reservas no exterior em US$ 7,4 bilhões.
Nossos avós tinham uma boa receita para tempos bicudos: guardar as economias dentro do colchão.
Neste caso - leia nas entrelinhas - temos aqui uma velha lei agindo, oferta escassa da mercadoria moeda provocada pela desconfiança do investidor no mercado. Logo, maior demanda e menor oferta determinam o dólar valorizado enquanto durar a crise.
Notem ainda, que a grana de nossas reservas não passa de um terço da ajuda desejada pelos banqueiros e especuladores junto ao governo norte-americano.


sexta-feira, 19 de setembro de 2008

EUA salvam bancos e especuladores com o dinheiro do povo

A grande pátria socialista dos EUA socializou o prejuízo. O Estado, ou seja, o povo é que vai ter que bancar a farra dos banqueiros e especuladores do mercado financeiro e imobiliário. Fosse uma republiqueta qualquer e lá estariam so FMIs da vida condenado ao inferno os "intervencionistas" os satnilistas e outros "istas". As bolsas de valores do mundo todo aplaudiram a bondade do Banco Central americano, inclusive a nossa.
A euforia nos principais mercados financeiros mundiais nesta sexta-feira com o anúncio de um novo plano dos EUA de "centenas de bilhões de dólares" para ajudar o mercado financeiro contaminou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que registrou o maior aumento em quase uma década, desde janeiro de 1999.
Ao final das negociações, o indicador Ibovespa - principal referência para o mercado nacional - exibiu alta de 9,57%, aos 53.055 pontos. O giro financeiro ficou na casa dos R$ 7,6 bilhões. Com isso, a bolsa zerou as perdas acumuladas na semana.
Resta saber até quando vai este entusiamo e qual setor vai entrar em crise nesta bagunçada economia globalizada.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A crise sai dos limites de Wall Street e atinge todos os continentes

O temor dos capitalistas traduzidos em banqueiros e investidores ganhou a pior forma. Monstruosa, devastadora. E o que era apenas um temor estático, agora move-se, ganha vida. A crise pode chegar por estas bandas. Nosso Banco Central sabe disso e tenta tranquilizar os investidores tupis. Lembre-se, caro vivente, o Brasil não é uma ilha econômica neste mundo globalizado.
Hoje, bancos centrais injetaram um grande volume de recursos nos mercados financeiros globais pelo segundo dia consecutivo, para tentar conter os efeitos colaterais da crise que afetou grandes companhias de Wall Street.
De Sydney a Frankfurt, as autoridades monetárias despejaram bilhões de dólares em fundos emergenciais para tentar evitar o fechamento dos mercados de crédito, mas mesmo assim o movimento não conseguiu impedir o aumento do custo dos empréstimos interbancários.
O Banco Central Europeu (BCE) colocou 70 bilhões de euros (98,09 bilhões de dólares) no mercado nesta terça, seguindo a injeção de 30 bilhões de euros feita na véspera.
A demanda dos bancos por fundos nesta terça-feira, o que indica como a liquidez de outras fontes está diminuindo, superou os 100 bilhões de euros.
Na Grã-Bretanha, o Banco da Inglaterra injetou 20 bilhões de libras (35,21 bilhões de dólares), depois de ter colocado no mercado 5 bilhões de libras na segunda-feira.
Os bancos centrais na Ásia também entraram em ação. No Japão, Austrália e na Índia, os BCs fizeram fortes injeções de recursos.
Os bancos da região distribuíram cerca de 17 bilhões de dólares, seguindo a injeção de 70 bilhões de dólares do Federal Reserve feita na segunda-feira.
O Banco do Japão colocou no sistema bancário sua maior injeção de capital em quase seis meses --1,5 trilhão de ienes (14,2 bilhões de dólares).
"O Banco do Japão vai monitorar cuidadosamente a situação recente das instituições financeiras dos EUA e seu impacto", afirmou o presidente da instituição, Masaaki Shirakawa, em comunicado.
A expectativa é de que o BC japonês mantenha sua meta para a taxa básica de juro em 0,5 por cento na quarta-feira.