Mostrando postagens com marcador prefeitura de Curitiba caixa2. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prefeitura de Curitiba caixa2. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Processo do Caixa 2 do Berto/Ducci tramita agora na 1ª Zona

Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE) decidiu , por 2 a 1, pela continuidade do processo de cassação do prefeito asterisco de Curitiba Luciano Ducci (PSB) e dos direitos políticos do ex-prefeito tucano Berto Richa, o ingrato.

O processo investiga a participação de Berto e Ducci* no esquema de caixa 2 nas eleições para prefeito em 2008. No esquema, candidatos a vereador do PRTB receberam propina para apoiar a reeleição de Richa. As imagens foram exibidas pelo Fantástico em rede nacional. O processo segue agora para a 1ª Zona Eleitoral. Ducci deve ser intimado e tem cinco dias para apresentar defesa.
Além de passarem vergonha, se a 1ª Zona Eleitoral confirmar a cassação, o prefeito Ducci perderá o mandato e Berto ficará inelegível pelos próximos três anos.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Caixa 2 do Beto Richa na mira da Justiça


Apesar do esforço do Ministério Público para arquivar logo o processo que envolveu relações não republicanas entre o PSDB e o nanico PRTB durante a campanha de reeleição do prefeito Beto Richa, o juiz eleitoral José Roberto Pinto Jr. acaba de decidir que a ação deve prosseguir. Despacho neste sentido foi proferido no último dia 10, após o exame do recurso interposto pelo MP Eleitoral pleiteando o arquivamento por entender que o prefeito não teve participação em atos ilegais que envolveram os dois partidos.

O caso foi denunciado pela Gazeta do Povo. Para quem não se lembra, muito resumidamente, é o seguinte: após a reeleição, funcionários licenciados da prefeitura que trabalharam na campanha do PSDB denunciaram um esquema de distribuição de dinheiro para que candidatos a vereador do PRTB desistissem da disputa, o que supostamente beneficiaria as articulações pró-Richa. Os dissidentes do PRTB ocupavam um comitê instalado num imóvel no bairro do Ahú, alugado em nome do prefeito. As demais despesas do comitê – combustíveis, material de propaganda, promoção de eventos, etc. – eram também pagas por agentes do PSDB. Leia mais na coluna do jornalista Celso Nascimento...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Paraná inventa quadrilha sem líder



"O folclore brasileiro inventou a mula-sem-cabeça e o Ministério Público Eleitoral do Paraná inventou a quadrilha sem líder",

Do jurisconsulto Stanislaw Takeuspa, polaco do bairro da Barreirinha, depois de 10 doses de vodka, ao analisar as brilhantes conclusões do MP público sobre o Caixa 2 na campanha de Beto Richa, putus bonus.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Richa aposta na memória curta do eleitor


O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), putus bonus, - foto -, percorre o interior do Paraná em busca de consolidar a sua candidatura ao governo do Estado no próximo ano. Desta forma, Richa segue estranha lógica de buscar apoio onde sua imagem, teoricamente, estaria menos desgastada depois do escândalo da compra de apoio de vereadores e filiados ao PRTB em Curitiba, no ano passado e exibido em rede nacional pelo Fantástico há pouco mais de um mês. A idéia parece ser crescer do interior para a capital e contar com a memória curta do eleitor. Porém, com os sucessivos escândalos envolvendo funcionários fantasmas na prefeitura e as relações perigosas com empreiteiras, parece que esta estratégia tem tudo para falhar.
Outro que pesa na pré-candidatura de Beto Richa é José Richa Filho, o Pepe, irmão mais velho do prefeito e que ocupa a Secretaria da Administração da Prefeitura de Curitiba. Pepe está todo enrolado com a história de um cheque de R$ 10 milhões que, segundo o Ministério Público, não deveria ter sido pago no final do governo Lerner, quando Pepe trabalhava na D.E.R.

sábado, 11 de julho de 2009

Beto Richa confirma que esteve no Comitê do Caixa 2

Na Gazeta de hoje, detalhes do depoimento de Beto Richa ao Ministério Público Estadual:

O prefeito disse também que esteve no Comitê Lealdade apenas em sua inauguração e que ele não tinha grande significância eleitoral. Richa afirmou ainda que não fazia sentido comprometer uma campanha que tinha ampla vantagem nas pesquisas, e que esse tipo de conduta não condizia com a sua forma de trabalhar(...)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Requião diz que vai dedicar um minuto semanal para denunciar irmão de Beto Richa

DIMITRI DO VALLE
da Agência Folha, em Curitiba

O governador Roberto Requião (PMDB) disse ontem que vai usar a TV Educativa do Paraná, mantida pelo governo, para fazer acusações contra José Richa Filho, irmão do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). Requião disse que irá dedicar um minuto por semana a detalhar o trâmite judicial de denúncia envolvendo Richa Filho, conhecido como Pepe. Na semana passada, em entrevista à Folha, o prefeito de Curitiba disse que iria processar a emissora na Justiça, devido à veiculação, na TV Educativa, de reportagens sobre suposto caixa dois na campanha do tucano à reeleição, em 2008. Ontem, na "Escola de Governo", reunião semanal com seu secretariado transmitida na TV Educativa, Requião disse que usar a emissora é um direito seu. "Querem cobrar do governador o silêncio obsequioso, o silêncio canalha, o silêncio covarde", disse o governador. "Pedir ao governador que censure a televisão?", disse Requião. "O governador do Paraná não vai se dobrar a isso." O peemedebista acusou Pepe Richa de ter autorizado, em 2002, quando era diretor financeiro do DER (Departamento Estadual de Estradas de Rodagem) no governo Jaime Lerner (1995-2002), o pagamento irregular de R$ 10 milhões a uma empreiteira. Sob determinação de Requião, o procurador-geral do Estado, Carlos Marés, fará um balanço semanal sobre o trâmite do processo judicial aberto pelo governo do Paraná para tentar recuperar o dinheiro. O balanço ocorrerá durante a "Escola de Governo". Hoje secretário municipal de Administração, Pepe Filho disse, via assessoria da Prefeitura de Curitiba, que não iria comentar as declarações. Requião também afirmou ontem que não vai impedir a veiculação na TV Educativa de vídeos que mostram aliados da reeleição do prefeito supostamente manipulando dinheiro sem origem comprovada. Em solidariedade ao prefeito tucano, cinco deputados estaduais do PSDB que pertenciam à base de apoio a Requião na Assembleia Legislativa anunciaram sua saída do bloco na semana passada. Beto Richa nega envolvimento no suposto caixa dois. Ele disse que agiu de forma rápida, assim que tomou conhecimento dos vídeos, demitindo os suspeitos de cargos da prefeitura, além de pedir no MPF (Ministério Público Federal) para ser investigado. "A bancada do PSDB, diante das notícias [do suposto caixa dois], deveriam abrir uma CPI na Assembleia Legislativa [...] ao invés de pedir para o governador se dobrar", afirmou Requião, em seu discurso na "Escola de Governo". Na entrevista à Folha, Richa disse que há exploração política do episódio com o intuito de desgastá-lo. Segundo o prefeito, tudo por causa dos altos índices de aprovação de sua administração e de uma possível candidatura sua ao governo do Estado, em 2010. Ontem, a assessoria de Richa disse que ele não iria comentar as declarações de Requião.

A marca da mediocridade da administração Richa



A propaganda do prefeito Beto Richa, putus bonus, continua apostando no que não existe. Agora inventaram uma marca para destacar o Metrô de Curitiba - planejado e proposto pelo ex-prefeito Cassio Taniguchi (que Deus o tenha!). Pois bem, escolheram um "M" como marca; talvez a marca da mediocridade desta administração, se assim podemos classificar o desastre Richa. A marca de quem não consegue explicar porque seus auxiliares fantasmagóricos chafurdaram no Caixa 2, na compra de votos e de apoio político. Portanto, como não há nada de metrô em Curitiba, o curitibano pode interpretar este "M" como bem quiser, e em português temos tantas palavras e expressões bonitas para isso, principalmente quando sabemos que toda propaganda da prefeitura não tem objetivos maiores além de encher as burras dos empreiteiros e outros tais.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Crise do Caixa 2 aumenta poder de Ducci na Prefeitura


Até agora, Luciano Ducci (foto), vice-prefeito de Curitiba, voa em céu de brigadeiro. Enquanto Beto Richa, putus bonus, esperneia, faz cara feia e birrinhas para tentar explicar o Caixa 2, Ducci marca mais um gol e emplaca Michelle Caputo na Secretaria de Asuntos Metropolitanos, ocupando a vaga daquele cujo nome não se pronuncia mais na Prefeitura de Curitiba.
Michelle ocupou os cargos de chefe da Vigilância Sanitária do Paraná no governo José Richa e chefe de Gabinete da Fundação Nacional de Saúde no governo Itamar Franco. Foi duas vezes secretário municipal de Saúde e, desde janeiro, ocupava a Assessoria Especial de Assuntos Comunitários, que assessorava o prefeito na coordenação das audiências públicas nos bairros.