quarta-feira, 11 de abril de 2012

O guardador de fantasmas paga e o fantasma recebe, simples assim

São notáveis os efeitos da primeira pesquisa Ibope/CBN para prefeito em Curitiba, principalmente para quem pensava estar navegando em mares tranquilos. Esses iludidos e enganadores de conversa mole, habituais lambedores de botas, costumam usar a provinciana plantação de notinhas para desqualificar oponentes, puxar o saco dos coniventes e exaltar os espíritos incapazes. Que coisa tacanha! Deve ser por causa dessa "comunicação" caipira que o prefeito está com essa popularidade de dar inveja.  


segunda-feira, 9 de abril de 2012

A fórmula Ducci para perder em Curitiba


Hoje na Boca Maldita vi alguns partidários do atual prefeito de Curitiba fingindo surpresa com o desempenho dele na pesquisa Ibope/CBN. Não há surpresa em números pífios para quem faz a opção pela política menor. Em mandato tampão, o prefeito Ducci perdeu-se na mensagem ao investir na propaganda da cidade como seus antecessores, mas abusando da fórmula do esgotado manual de governança da província:
1. Seus antecessores sempre trabalharam a imagem da cidade “colada” à própria imagem (quase que “apolítica” com forte ênfase no perfil técnico – o arquiteto para embelezar, fazer e planejar e o engenheiro para desenvolver, projetar e fazer, etc);
2. Ducci, médico, não investiu na sua imagem técnica e trajou o figurino de seus antecessores, baseado em obras, ao olvidar completamente seu antigo discurso, apoiado na saúde e desenvolvimento social;
3. Barbeiragens políticas ofereceram à opinião pública a imagem de um político confuso, indeciso na hora de negociar e incapaz de reconhecer reivindicações de setores sensíveis e muito próximos da população, como o da saúde e da educação (creche, principalmente, exigência de uma cidade que caminha para o pleno emprego);
4. Ducci não soube interpretar o novo perfil econômico brasileiro refletido na cidade. A nova Classe Média vem sendo regada pelo governo federal há quase 10 anos, com novas demandas em relação ao município.
5. A nova Classe Média tem carro, mas não tem uma cidade preparada para o elevado número de automóveis. Ducci não deu a importância devida aos problemas de trânsito e transporte de Curitiba;
6. Ducci não se preocupou com atos impopulares: aumentou as passagens de ônibus; não melhorou o transporte coletivo e insistiu na manutenção da estrutura arrecadatória baseada em multas;
7. A propaganda do governo Federal demonstra eficiência e hoje o curitibano sabe diferenciar as obras e respectivas autorias; o bom momento da economia e as obras do governo Federal ofuscam os pacotes de obras pré-eleitorais provincianas;
8. Ducci não soube demonstrar que seu partido participou das grandes vitórias do povo brasileiro no campo econômico – formação de nova e numerosa Classe Média, retirada de milhões da linha da miséria etc;
9. Enfim, Ducci acreditou no mundo encantado que só existe no Palácio 29 de Março.

quarta-feira, 7 de março de 2012

8 de Março


Na natureza
Tudo vive a seu tempo
E sem pedir licença
Para existir tal como é.

No Universo,
Em sua imensidão
Tremenda,
Tudo vive
Em liberdade.

Feliz é a mulher
Do nosso tempo
Que em todo 8 de Março,
Sem pedir licença,
Faz soprar o antigo
Vento da esperança
Sobre a humanidade
Ao lembrar que todos merecem
Respeito, amor e dignidade.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Indústria multinacional sempre considerou barata a mão-de-obra dos "vadios" brasileiros

A indústria só existe no Brasil porque alguém na Europa ou EUA, lá pelos idos de 1900, constatou que a terra de Cabral havia se constituído no paraíso da vadiagem e portanto, contava com um grande exército de desocupados pronto para ser mobilizado na máquina de moer carne capitalista. "É o que se verifica efetivamente, e sintoma disso será a desocupação e vadiagem que representaram sempre o estado normal de uma grande parte da população da colônia. Aí a indústria nascente encontrará um amplo abastecimento de mão-de-obra; deficiente, é verdade, e muitas vezes precária e incerta. Mas compensando-se por seu ínfimo preço." (Caio Prado Junior, História Econômica do Brasil).

Agora, temos aí os vassalos da indústria estrangeira dizendo que esses agentes da poluição e gigolôs da pobreza estão em nosso país motivados pelo grande mercado interno. E assim nascem jumentos todos os dias, adestrados nas escolas de jornalismo e economia, que acreditam nesse mantra da safadeza e dele fazem sua profissão de fé. Na realidade, má-fé mesmo! - Embora ainda acredite que seja uma má-fé movida por ignorância amébica.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


 

Número de animais mortos para carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Isto não inclui os bilhões de peixes e outros animais aquáticos mortos anualmente, pois o número é imensurável. Baseado nas estatísticas de 2007 da FAO (Food and Agriculture Organization) Global Livestock Production and Health Atlas. Coloque este contador em sua página »

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Samba do Saci Espancado




Apanhei sim, sem saber a razão!
De gorila fardado
De gente sem coração.

Eu que tenho a face alegre
Na alegria que à cidade serve
Não merecia isso não!
 
Hoje, todo machucado
Não entendo o atentado
Contra a folia não!

Não vai ser um mal-amado
Ou fuzil de soldado
Que infeliz me deixarão!

Não. Não deixarei morrer a alegria
Curitiba é a alma minha
Feliz, sou folião!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Metrô é projeto para dez anos, diz Veneri

"O metrô é importante. Mas o metrô é para daqui a dez anos. Engana-se aquele que pensa que, em três anos, o metrô estará sendo utilizado como em todas aquelas fotografias belíssimas, com a limpeza que se pretende, com todas as linhas funcionando. Não é verdade. E daqui a três anos vão dizer: “Olha, não deu certo agora. E vamos esperar mais três”. Aliás, a Linha Verde era para estar inteira pronta há oito anos. Acho que se faz muito da política da empulhação, do processo de mistificar essa cidade como se fosse perfeita, e não se discute o que acontece para que se tenham índices tão diversos e situações tão diferentes. Uma cidade onde as pessoas andam o tempo inteiro com os vidros dos carros fechados, uma cidade que está se “enguetando” [criando guetos] cada vez mais em condomínios fechados, se fechando em prédios com cercas, com grades, com cachorros. Você está tirando dos parques, das praças e transferindo esse espaço público para o espaço privado. Você olha os shoppings como o único lugar em que pode andar sossegado aos sábados e aos domingos à noite. É o caos. Porque você separa a cidade. E, quando você parte a cidade, não pode pedir para aqueles que ficam de fora que não tentem entrar." Confira a entrevista do deputado estadual Tadeu Veneri (PT-PR) à Gazeta do Povo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Para Camargo, metrô de Curitiba é obra de lunático

O deputado estadual Fábio Camargo,  pré-candidato a prefeito de Curitiba, não economiza adjetivos ao analisar os problemas de Curitiba, principalmente no transporte. Ele faz duras críticas ao atual projeto do metrô, que receberá verbas do governo federal. “O projeto é burro. Transporte se amplia, não se troca. Como eles querem tirar o expresso para colocar parques e praças [no lugar das canaletas]? Deve ser um lunático que andou em Paris e que vê aquelas praças bonitas e acha que vai colocar aqui a Champs Elisée”, diz. Confira aqui a entrevista de Camargo à Gazeta do Povo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Mulher mata governador por causa de suposta amante

CONTAGEM REGRESSIVA I - 353 d.a.J.F.*. - Nos manuais masculinos há a sábia advertência que nos fala dos perigos de se ter uma amante argentina - nem mesmo banqueiro para segurar a gastança. Agora, tive a certeza de que ter uma mulher argentina também não deve ser nada fácil, até mesmo para um governador. O cara levou um tiro na cara depois de discutir com sua distinta senhora.  Há milênios que casais se matam por dois motivos: chifre ou dinheiro. Neste caso, seguro é que o problema do rico casal não era grana.
*(d.a.J.F. – dias antes do Juízo Final).
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"Não quis matá-lo." Desta forma sucinta, Susana Freydoz confessou à polícia que vigiava sua casa que era a autora do assassinato de seu próprio marido, o governador da província argentina de Rio Negro, Carlos Soria. A revelação sobre a confissão da morte ocorrida no domingo de madrugada ocorreu ontem (segunda-feira) quando o presidente do Tribunal Superior de Justiça da província, Victor Nievas, declarou que todos os policiais que trabalhavam como guarda-costas do governador - e que no momento do disparo estavam fora da casa - ouviram a confissão da viúva. Segundo o juiz, o caso está "70% resolvido", já que faltariam alguns dados.
Nievas indicou que Susana - em suposto estado de choque - teria agido em um estado de "emoção violenta", fato que poderia implicar uma menor pena de prisão. O promotor Miguel Angel Fernández Jahde anunciou que pedirá um exame psiquiátrico para determinar se Susana "por acaso tinha noção da criminalidade de seus atos".
Informações extraoficiais indicam que ela teria assassinado o governador Soria após descobrir que ele tinha uma amante. Outras informações indicam que ela havia ficado furiosa ao saber que Soria, que tomou posse no dia 10 de dezembro, isto é 22 dias antes de sua morte, não tinha intenção de levar sua mulher, que residia com ele na cidade de General Roca, para Viedma, a capital da província, onde ela teria funções de primeira-dama.
Soria foi morto sobre a cama de sua casa, na cidade de General Roca, com um tiro calibre 38 no rosto. O governador foi enterrado ontem à tarde. A cerimônia fúnebre foi presenciada somente pelos parentes e uns poucos amigos da família, já que os filhos rejeitaram a ideia de um funeral público.
(ARIEL PALACIOS, CORRESPONDENTE - Agência Estado)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FELIZ MINUTO NOVO!!!


Mudam-se os calendários,
Trocam-se as folhinhas,
Que nos marcam os dias
Vividos entre intervalos
Decisivos a nos definir.

E, tolos, esperamos grandes
Mudanças determinadas
Pelos astros, pelos deuses
E ignoramos as velhas leis
Que regem os anos siderais.

Os ciclos são invenções humanas,
Somente nós podemos contá-los
Na busca do que está por vir.
E a veterana Terra gira para mim,
Também para ti, a nos gastar.

E gastos pelo velho ano,
Esperamos um novo ano,
Menos tirano a nos matar.
Um ano bom, um ano feliz,
Próspero em nossas preces.

Forjamos mil esperanças
Justificadas em crendices,
Porque somos a revolta,
A inconsciente revolta
Contra nosso próprio fim.

E essa revolta nos consome
Porque esperamos o grande,
A grandeza da eternidade.
E esquecemos que a grandeza
Está nas eternidades pequenas.

Não sejamos tolos! Acordem!
Comemoremos o minuto de agora
Apenas, pois essa é a escala
Que nos cabe neste mundo
Medido em milhões de séculos.

Olhem à volta. Estão vendo?
A felicidade está no arrastar
Do caracol. Na rosa que se abre,
No botão que promete outra rosa,
No menino que brinca com a mãe.

Olhem ao redor próximo e sintam
Que a verdade está neste minuto,
Que a esperança está neste minuto...
No anterior já não somos mais,
Assim como não somos no seguinte.

Feliz Minuto Novo, eis o que vale!
Um ano inteiro é apenas promessa
Que pode enganar nossas almas.
O que vale mesmo é este minuto
Em que podemos amar e sentir a vida!

(JFN)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Centro de distribuição de doenças funciona em Campo Comprido e é da prefeitura

Atenção Ministério Público: na unidade de saúde de Campo Comprido, que pertence à Prefeitura de Curitiba, o pessoal de enfermagem não sabe o que é limpeza e muito menos o que é uma luva ou máscara cirúrgica. Lá, eles vivem no maior desconhecimento dos velhos ensinamentos de Pasteur. Lavar as mãos entre um paciente e outro nem pensar. A ordem é: se chegar são tem que sair doente.