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quarta-feira, 31 de março de 2010

Resta ao Sindicato dos Jornalistas acionar a Comissão de Ética


Muito bem, O Sindicato dos Jornalistas do Paraná (Sindijor), nos informa que, por meio do presidente Márcio Rodrigues, participou da manifestação do movimento Caça Fantasmas, que voltou às ruas em Curitiba, contra a corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná.

Em nota bem educada, o Sindijor informa ainda que o movimento popular considera que as investigações sobre atos secretos e funcionários fantasmas na Casa de Leis não se limite às investigações do Ministério Público do Estado e da Polícia Federal e que aconteça uma auditoria pública nas contas da Assembléia. O movimento Caça Fantasmas é formado por diversas entidades da sociedade civil organizada e foi criado para combater a corrupção na Alep.

Isto posto, vamos ao que interessa: cadê a Comissão de Ética do Sindicato? Vamos deixar esses patifes fantasmas ostentando o nobre título de jornalista, ou vamos fazer de conta que não é com a gente? É o advogado tal, o administrador tal, o cicrano de tal e nunca os "jornalistas" fulanos de tais que assaltam o bolso do povo do Paraná, com diploma ou sem diploma, porém com o título que serve como cartão de visitas para seus achaques. Vamos deixar barato assim? Ou a diretoria do Sindijor só vê fantasmas em outras categorias?

quarta-feira, 10 de março de 2010

A razão do Irã ser o modelo lulista - 52 jornalistas presos


Um terço dos jornalistas presos em todo o mundo está no Irã, disse o Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) nesta terça-feira após o número de repórteres detidos na República Islâmica ter subido para 52 em fevereiro.A China tem 24 jornalistas detidos e Cuba, 22. O número de repórteres presos no Irã foi o maior já registrado pelo CPJ em um único país desde 1996, quando foram documentados 78 casos na Turquia.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Oportunidades para jornalistas aqui e no exterior

O Programa de Bolsas de Estudo da Fundação Reuters recebe inscrições até 28/01/2009. Podem participar jornalistas com cinco anos de experiência e proficiência em Inglês. Os selecionados estudarão por um período de três a nove meses na Universidade de Oxford, Inglaterra. Cadastro em reutersinstitute.politics.ox.ac.uk.

Inscrições abertas: The Foreign Correspondents' Programme 2009
Jornalistas recém-graduados ou estudantes de jornalismo em final de curso podem se candidatar a uma bolsa para participar do "Foreign Correspondents' Programme" que será realizado na Finlândia em agosto de 2009. Os participantes são convidados de 19 países, incluindo o Brasil. Um participante de cada país será escolhido. Os candidatos devem ter idade entre 20 e 25 anos e um bom domínio do idioma inglês falado e escrito.
http://www.finlandia.org.br/public/default.aspx?contentlan=17&culture=pt-BR


Concursos Públicos para Vaga Permanente na Escola de Comunicação da UFRJ

Estão abertas as Inscrições para os Concursos Públicos para Vagas Permanente na Escola de Comunicação da UFRJ nas áreas de:
Comunicação e Filosofia; Comunicação e Psicologia; Comunicação e Antropologia; Comunicação e Artes; Comunicação e Realidade Brasileira.
Prazo para inscrição: até 21/01/2009 - Titulação: Doutorado
Mais informações: http://www.eco.ufrj.br/portal/news/noticias/2008/dez/noticia680.html

sábado, 17 de janeiro de 2009

“Prefeitura empresária” demite jornalistas

Nota do sindicato dos Jornalistas:

O “contrato de gestão” firmado entre o prefeito reeleito de Curitiba, Beto Richa, e seus secretários já produziu seus primeiros resultados na área de Comunicação da Prefeitura. Tão logo o novo secretário da área, Marcelo Cattani, assumiu o cargo, quatro profissionais foram desligados. Engana-se, porém, quem pensa que a lógica empresarial da eficiência entrou de vez na seara do governo: por uma estranha coincidência, todos os demitidos estavam entre os profissionais que não participaram da campanha de reeleição de Richa. As demissões ainda revelam a situação em que são contratados os profissionais de comunicação: em cargos em comissão ou como pessoas jurídicas, condições que não geram um quadro estável e acabam por precarizar as relações de trabalho. Neste aspecto, ao menos, a Prefeitura consegue lamentavelmente reproduzir o ambiente empresarial. O Sindijor está solidário aos colegas desligados e mantém sua defesa da contratação de jornalistas no setor público por meio de concurso.