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sexta-feira, 16 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Manobra suicida de Justus apenas produz provas contra deputados

Ontem, alguns aloprados, gatunos e fantasmas da Assembleia Legislativa do Paraná respiravam com certo alívio após a nova manobra do presidente Nelson Justus (DEM). Acham que está tudo dominado depois que se anunciou as "demissões" e consequente admissão depois do cadastro que se efetua.
É com alegria que informamos, para a tristeza dos gatunos, que esta sensação é tão falsa quanto as nomeações nos diários fajutos. O desespero de Justus, que tenta ganhar tempo até as eleições e salvar as cabeças que enfeitam a Mesa Diretora, revela mais uma ação suicida em que se produz provas contra si, deputados e funcionários da Casa.
Ora, chegará o momento que seremos obrigados a fazer uma conta simples de subtração, o que se gastava na folha de pagamento com os fantasmas, gafanhotos e laranjas e o que se gasta agora com a suposta folha correta. Presumimos uma diferença de milhões, contada mês a mês.
As grandes perguntas: se houve pagamento indevido, essa grana do povo paranaense vai ter que ser devolvida? Quem vai devolver? Quais os mecanismos que devem ser criados pela Assembleia para essa devolução? O que vai acontecer com os impostos sonegados? Quem vai para a cadeia?
Quanto a punição aos larápios, cremos que ela não virá de dentro da Assembleia, que não tem vontade e muito menos moral para isso. Mas há esperanças. Sabemos que, quanto mais o tempo passa, mais a guilhotina é afiada. A Polícia Federal deve colocar novamenteas cabeças nos seus devidos lugares.
Lembrem-se que o recadastramento ao mesmo tempo que alivia por hora o pescoço dos deputados é o mesmo que vai dar substância ao grande rol de provas até agora juntado ao processo. Os nomes que ficarão de fora da folha e que um dia nela constaram, serão preciosos para a orientação dos inquéritos.
E depois, tem gente que vai ficar de fora do botim, que considera direito adquirido, e que não vai gostar nada, mas nadinha mesmo, de ter que devolver a grana, pagar impostos, ficar na merda e ir para a prisão sozinha, enquanto os verdadeiros culpados caminham livres, leves e soltos pelas mais lindas praias deste meu país. Para os aloprados, certamente vai ser triste ver seus carrões e mansões serem leiloados e todo fruto do roubo se esvanecer na fumaça da Justiça e do bom Direito.
Fica aqui uma sugestão, em especial ao deputado Tadeu Veneri: que se crie um fundo destinado à saúde e educação de nossas crianças com o dinheiro que deve ser devolvido aos cofres públicos. Assim, daremos a estes gatunos a chance de fazer caridade e serem aliviados em seus pecados contra o sofrido e trabalhador povo paranaense.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Cadeia da felicidade de Justus: parentes e amigos em Guaratuba
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nelson Justus (DEM), está mais enrolado do que palmito em empada. A reportagem da RPC mostrou a escandalosa relação dele com funcionários da prefeitura e Câmara de Guaratuba, curral eleitoral do deputado. Para dar um toque mais familiar a história, basta dizer que a prefeita é cunhada de Justus e os filhos do presidente da AL, que também seriam funcionários da Assembleia, cobraram R$ 41 mil para assessoria jurídica à Prefeitura.
Justus gagueja, gagueja e não explica nada.
Clique aqui e confira a cadeia da felicidade da família e amigos de Nelson Justus
Justus gagueja, gagueja e não explica nada.
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domingo, 28 de março de 2010
Olympio alivia grau de envolvimento de Justus
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Sempre tive o procurador-geral de Justiça Olympio De Sá Sotto Maior Neto como uma pessoa extremamente esclarecida e só posso creditar a certo cansaço a confusão que ele faz com as palavras. Pois, não é necessário revirar os nossos dicionários para saber que a palavra "suspeito" é bem diferente da palavra "réu".
Vou poupá-los caros leitores, e a mim também, neste quase belo domingo, de um longo estudo etimológico para provar o que todo mundo sabe. Vejam o que o nosso promotor disse à reportagem da Gazeta:
"(...) O procurador-geral de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, reforça que o MP não participará da comissão interna da Assembleia, mas revela que não vê Justus como suspeito. “Seria uma condenação antecipada”, argumenta (...) Nesta entrevista Sotto Maior rechaça essa possibilidade – embora ele mesmo tenha ligações familiares com integrantes da Assembleia–, comenta seu relacionamento com Justus e conta em que pé estão as investigações"... LEIA MAIS NA GAZETA DO POVO...
Vejamos o que diz o promotor Fuad Faraj:
sexta-feira, 19 de março de 2010
Justus fala, mas não diz nada: é justo!
O presidente da Assembléia Legislativa do Paraná fala pela primeira vez sobre o tenebroso caso dos diários fantasmas. Falou, mas não explicou nada.
Veja a reportagem da RPC, clique aqui para ver as imagens....
Veja a reportagem da RPC, clique aqui para ver as imagens....
quarta-feira, 17 de março de 2010
Justus e deputados assinam confissão de que não sabem quantos funcionários tem a casa
Às 16h, Justus volta com a sessão ordinária da Assembléia e explica as razões de sua interrupção: "para comunicar o Ato do presidente" (que surta seus efeitos legais e cheia de considerandos) - institui o recadrastamento anual dos funcionários da Casa; excepcionalmente, todos os servidores deverão se recadrastar até 17 de maio deste ano. RH deve validar os cadastramentos e justificar a ausência deles; servidores não recadastrados terão supensos os salários.
Ele continua ainda insistindo em não explicar nada, só disse que vai encaminhar as denúncias para o Ministério Público.
Ele continua ainda insistindo em não explicar nada, só disse que vai encaminhar as denúncias para o Ministério Público.
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