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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Beto, o prefeito das obras inacabas e atrasadas volta a culpar a Chuva




O atual secretário de Comunicação da Prefeitura, Deolnison Roldo, tem sempre uma infalível desculpa para encobrir a incompetência do prefeito Beto, o Breve. Nestas desculpas nem estagiário cai mais:




1) Enchentes - "choveu mais nestes dias do que o previsto para o mês inteiro" ou ainda, "o povo das favelas joga sofá, colchão e até fogão nos rios".




2) Atraso de obras - "a chuva tem atrapalhado muito, mas em breve a obra estará acabada"




3) Citações e sentenças judiciais - "A prefeitura só vai se pronunciar depois de ter acesso à decisão da Justiça".




Veja um exemplo da conversa mole para boi dormir publicado hoje na Gazeta do Povo:




As obras de revitalização da Avenida Marechal Floriano Peixoto, entre a Praça Carlos Gomes, no centro de Curitiba, e o encontro com a BR-476 – futura Linha Verde -, só devem ser finalizadas no mês de outubro. A previsão anterior era que o trabalho estivesse concluído ainda no mês de setembro. A prefeitura alega que a chuva que tem caído nos últimos dias dificulta o andamento da obra.
O trabalho na avenida começou no final do ano passado e nestes 230 dias de obras os motoristas que trafegam pelo centro da capital enfrentaram bloqueios e alterações no trânsito. Com a revitalização, a principal mudança da avenida é a troca do asfalto para piso de concreto nas canaletas de ônibus.

terça-feira, 24 de junho de 2008

No Rio, TRE embarga obras. Aqui, o TRE embarga a tradição democrática


Por que será que o TRE do Rio de Janeiro consegue aplicar a lei e o TRE do Paraná tem dificuldades em interpretá-la e fazê-la realmente valer?

Lá no Rio, com auxílio da polícia, o TRE mandou tirar tudo quanto é propaganda das ruas. Principalmente dos prefeitos que são candidatos à reeleição. Aqui, palavrinha alguma, apenas o silêncio do consentimento - a prefeitura usa e abusa do rádio, jornal, TV, faixas, etc -

Emblemático mesmo, foi o firme propósito do TRE do Paraná na proibição da propaganda política na Boca Maldita, coincidentemente, tradicional reduto oposicionista do Paraná. Isto sem contar, que tal proibição demonstra também um profundo desconhecimento histórico e não respeita as tradições democráticas de nosso país e da própria cidade. Curitiba sem campanha Boca Maldita é o mesmo que missa sem padre, lupanário sem mulher e a casa da mãe joana sem a Joana. Não tem graça.

Mas vamos ao grande exemplo do TRE do Rio:

A Justiça Eleitoral embargou, na manhã desta terça-feira (24) as obras do projeto Cimento Social, no Morro da Providência, Centro do Rio. Na decisão, o juiz Fábio Uchoa, responsável pela fiscalização da propaganda eleitoral no município do Rio, afirma que "a obra tem cunho eleitoral e beneficia o senador e pré-candidato do Rio Marcelo Crivella (PRB), em detrimento dos demais interessados no pleito de 2008".

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Levam Picasso de novo

A Estação Pinacoteca, uma extensão da Pinacoteca de São Paulo, na região da Luz, no Centro da cidade, foi assaltada nesta quinta-feira (12). A assessoria de imprensa do museu confirma que houve um furto de obras no local, mas não informou quais ou quantas obras foram levadas. Por volta das 15h20, a Secretaria da Cultura confirmou que as obras levadas são o óleo sobre cartão de Di Cavalcanti “Mulheres na Janela”, duas gravuras do pintor espanhol Pablo Picasso, “O Pintor e seu Modelo” e “Minotauro, Bebedouro e Mulheres”, e um guache sobre tela do pintor naturalizado brasileiro Lasar Segall, “Casal”.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Um óculos para o TRE, urgente!!!

Bem lembrado por um leitor do Magna Curitiba - a obra é eleitoreira, nitidamente busca votos, e somente TRE do Paraná não vê e quando vê, faz de conta que não é com ele:

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná comunica aos eleitores de Curitiba que, em razão das obras em execução na Rua Mal. Floriano Peixoto, haverá bloqueio do acesso a este Tribunal por esta avenida (no cruzamento da Rua João Parolin com a Mal. Floriano).
O início do bloqueio está previsto para o dia 29 ou 30 de maio e permanecerá durante uma semana.
O acesso direto pela Rua João Parolin não ficará comprometido. O Diretran providenciará placa no respectivo cruzamento informando o acesso provisório.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Beto, o Breve, vai ter que ser breve mesmo

O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), tem exatamente um mês para inaugurar obras na capital paranaense. Como é candidato à reeleição, Richa terá que seguir as normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir do dia 5 de julho, os candidatos a prefeito e vice-prefeito ficam proibidos de inaugurar obras públicas. Ou seja, três meses antes das eleições de outubro.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Obras Públicas da prefeitura, o cronograma das obras na capital segue normalmente e não existe um calendário eleitoral. A agenda de inaugurações que Beto Richa vai participar é definida pelo gabinete do prefeito. (Gazeta do Povo, hoje)

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Beto, o Breve, e seu jeito tartaruga de governar


O prefeito Beto, o Breve, realmente gosta de obras pela metade. Por isso, a Marechal está sendo reformada pela metade, do centro até a Vila Hauer. Até o Boqueirão, que está bastante ruim, nem pensar.

As obras de revitalização da Marechal Floriano Peixoto, entre a Praça Carlos Gomes, no centro de Curitiba, e o encontro com a BR-476 – futura Linha Verde – completam cinco meses nesta quarta-feira (28). Até agora apenas um terço dos 4,3 quilômetros de extensão do trecho foi concluído. Durante este período os motoristas têm enfrentado dias de trânsito confuso com bloqueio de cruzamentos. Os comerciantes da região também reclamam da queda do movimento e do convívio diário nestes 150 dias com as máquinas e os operários no canteiro de obras. Mais...

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Em três anos, Curitiba passa de capital ecológica à capital da mutreta imobiliária


Curitiba está um canteiro de obra. Você já deve ter percebido isso, seja nas obras viárias ou na construção civil. No meio de áreas verdes, cada vez mais surgem casas, prédios e estabelecimentos comerciais. O volume de alvarás para novas construções (residenciais e não residenciais) na capital atingiu, no primeiro trimestre deste ano, 610,5 mil metros quadrados, um aumento de 54% em relação ao mesmo período de 2007. Com o aumento das construções, como fica o meio ambiente?Para o doutor em Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Paraná, Eduardo Gobbi, na medida em que a cidade expande, é natural que o espaço verde vá sendo reduzido. “A discussão que surge é se pretende-se que a cidade chegue ao limite que o plano diretor permite, de 6 milhões de pessoas. A gente quer isso? Se não for isso, a sociedade tem que se mobilizar”, diz. Leia mais... na Gazeta do Povo, hoje.