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quarta-feira, 31 de março de 2010

Resta ao Sindicato dos Jornalistas acionar a Comissão de Ética


Muito bem, O Sindicato dos Jornalistas do Paraná (Sindijor), nos informa que, por meio do presidente Márcio Rodrigues, participou da manifestação do movimento Caça Fantasmas, que voltou às ruas em Curitiba, contra a corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná.

Em nota bem educada, o Sindijor informa ainda que o movimento popular considera que as investigações sobre atos secretos e funcionários fantasmas na Casa de Leis não se limite às investigações do Ministério Público do Estado e da Polícia Federal e que aconteça uma auditoria pública nas contas da Assembléia. O movimento Caça Fantasmas é formado por diversas entidades da sociedade civil organizada e foi criado para combater a corrupção na Alep.

Isto posto, vamos ao que interessa: cadê a Comissão de Ética do Sindicato? Vamos deixar esses patifes fantasmas ostentando o nobre título de jornalista, ou vamos fazer de conta que não é com a gente? É o advogado tal, o administrador tal, o cicrano de tal e nunca os "jornalistas" fulanos de tais que assaltam o bolso do povo do Paraná, com diploma ou sem diploma, porém com o título que serve como cartão de visitas para seus achaques. Vamos deixar barato assim? Ou a diretoria do Sindijor só vê fantasmas em outras categorias?

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Gazeta do Paraná firma compromisso com o MPT em banir irregularidades

O Ministério Público do Trabalho (MPT) firmou, após denúncia do Sindijor, termo de ajustamento de conduta com o jornal Gazeta do Paraná, de Cascavel. Pelo compromisso assumido pela empresa, estudantes de Jornalismo não poderão mais ser contratados estagiários para desempenhar funções de profissional, de forma a burlar a legislação trabalhista. A Gazeta do Paraná ainda terá de respeitar a jornada de cinco horas para os jornalistas, a remunerar todas as horas extras excepcionalmente feitas e abster-se de exigir atividades a trabalhadores para funções nas quais não foram contratados. Cada descumprimento do termo implicará multa de R$ 2 mil por empregado que for alvo de conduta irregular.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Homologada convenção dos jornalistas


A Convenção Coletiva de Trabalho 2008/2009, aprovada pelos jornalistas paranaenses em assembléia e aceita pelos patrões, foi homologada na Superintendência Regional do Trabalho no dia 23 de dezembro. A CCT prevê reposição integral da inflação de outubro de 2007 a outubro de 2008 – 7,04% retroativo a outubro, o que faz o piso subir a R$ 1.961,81. O reajuste deve ser pago no salário de janeiro (pago até o quinto dia útil de fevereiro), juntamente com os retroativos a outubro, novembro, dezembro e décimo-terceiro, além de férias para quem as gozou neste período. O Sindijor vai enviar cópias da convenção para as empresas; no entanto, profissionais e empregadores podem obtê-las na sede do sindicato. A partir de sexta-feira, haverá uma cópia escaneada da convenção disponível no site do Sindijor.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O triste fim do Diário da Manhã


A presidente do Sindijor, Aniela Almeida, o diretor de Defesa Corporativa, Márcio Rodrigues, e a gerente, Ângela Ribeiro, estiveram ontem em Ponta Grossa para acompanhar as rescisões dos contratos de trabalho dos sete jornalistas do Diário da Manhã. Eles foram demitidos depois de o jornal deixou de circular, em 15 de novembro, quando a empresa assumiu que estava em colapso financeiro. Aos jornalistas não foram pagas quaisquer verbas rescisórias, mas a rescisão ao menos garantirá o saque da parte dos recursos que foi depositada nas contas vinculadas do FGTS; também garantirá o acesso ao seguro desemprego aos que não ainda conseguiram se recolocar. Os profissionais, que não recebiam salários em dia há meses, vão buscar na Justiça do Trabalho, os direitos sonegados.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Absurdos levam jornal de Paulo Pimentel ao Ministério Público

Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná mostra o triste tratamento que recebem os funcionários do jornal O Estado do Paraná:
O jornal O Estado do Paraná voltou a demonstrar que o desrespeito aos profissionais que ajudam a construir sua história é a sua nova marca. Há mais de oito anos a empresa de Paulo Pimentel vem criando um verdadeiro império do medo para seus jornalistas, e hoje (28) foi aberta mais uma câmara de horrores: em pleno final de ano, seis profissionais da redação foram demitidos sem justa causa – um dos quais teve filho recentemente. Para quem não acompanha de perto as arbitrariedades da empresa, é bom que se diga que estes desligamentos não são mero “ajuste” na organização, mas um novo capítulo na história de reiterado desprezo aos jornalistas e demais trabalhadores. Entre as mais notórias violações aos direitos dos jornalistas estão a supressão do pagamento do adicional noturno, a não concessão de adicional de comissionamento a profissionais que exercem função de editor, não aplicação do vale creche, casos de assédio moral, o volume enorme de horas extras que acintosamente não são pagas e o emprego de pessoas não habilitadas para exercer atividades jornalísticas. Por conta destes e outros absurdos, um procedimento investigatório tramita no Ministério Público do Trabalho para apurar os desmandos. Desde que se iniciou, em 2001, o procedimento só tem crescido por conta de novas denúncias encaminhadas pelo Sindijor. Como a criatividade patronal para debilitar os jornalistas parece não ter fim, nos últimos dois anos, a editora O Estado do Paraná promoveu uma grande redução de quadro de funcionários, desligando especialmente os mais experientes, o que resultou numa visível queda na qualidade editorial, o que veio acompanhado de uma correspondente pressão sobre os trabalhadores remanescentes para que produzissem mais e em igual qualidade. Embora a diretoria de O Estado do Paraná nunca tenha mostrado boa vontade em debater a relação com os trabalhadores, nas várias tentativas feitas pelo Sindijor, será enviado novamente ofício à empresa para discutir os cortes de pessoal.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Sindijor passa a integrar Comitê pela Copa de 2014

O diretor de Imagem do Sindijor, Pedro Serápio, tomou posse ontem como membro do Comitê Executivo para Assuntos da Copa do Mundo de 2014, que vai ser responsável junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pela candidatura de Curitiba como uma das sedes do Mundial. A participação do Sindijor decorre de um convite feito no início do mês pelo vice-governador, Orlando Pessuti, coordenador do comitê, que ontem presidiu o ato de posse, no Palácio das Araucárias, em Curitiba. Integram ainda o comitê representantes da Casa Civil, Secretaria do Estado do Turismo, Secretaria de Estado da Educação/Paraná Esportes, Federação Paranaense de Futebol (FPF), Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR), Associação Comercial do Paraná, Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav/PR), Federação Convention & Visitors Bureaux, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih/PR), Prefeitura de Curitiba, Secretaria Municipal de Turismo, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Clube Atlético Paranaense e Associação dos Cronistas Esportivos do Paraná (Acep).

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Delazari recebe Sindicato dos Jornalistas

O diretor de Defesa Corporativa do Sindijor, Márcio Rodrigues, participou de um encontro na sexta-feira com o secretário estadual de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, para tratar do caso do jornalista Anderson Leandro, ferido a bala enquanto acompanhava o despejo de famílias, por tropas da Polícia Militar, de um terreno ocupado no bairro Fazendinha, em Curitiba, na última quinta-feira. Delazari argumentou que agiu rapidamente ao que considerou como excessos da operação policial afastando os seus comandantes; no encontro ele foi também informado de outros casos envolvendo abusos policiais contra jornalistas, como a prisão dos repórteres Cahuê Miranda e Valquir Aureliano, em 2006, e da coação da repórter Simone Munhoz, este ano, entre outras situações. O secretário se mostrou sensível às reivindicações de explicações do Sindijor em todos os casos e prometeu fornecer uma resposta a todos eles em cerca de 30 dias.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Patrões correm da negociação com jornalistas

O sindicato patronal do meio impresso cancelou há alguns instantes a reunião de negociação da Convenção Coletiva que seria realizada hoje, às 14h30, na sede do Sindijor, em Curitiba. Os empregadores de jornais e revistas alegaram que pretendem formular uma proposta única com o sindicato de rádio e TV e não marcaram nova data para negociação.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Patrões apresentam aos jornalistas a velha proposta de supressão de direitos


De acordo com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, desde o início deste ano, o piso dos jornalistas do Paraná está abaixo do salário mínimo necessário, calculado pelo Dieese – uma situação inédita. No entanto, os patrões acham que os profissionais da imprensa, ganhando o que ganham, estão inviabilizando os seus negócios, levando-os à bancarrota, fazendo com que vão à falência. Pouco importa se as rádios da região faturaram 33% a mais no acumulado do ano, se os jornais tiveram um incremento de 27,5% nas suas receitas ou as empresas de TV estejam com faturamento na casa do bilhão. O fato de os jornalistas estarem acumulando perdas há 11 anos também é um detalhe. As empresas de comunicação estão numa crise terrível em função da remuneração dos jornalistas e exatamente por isto ontem o sindicato das empresas de jornais e revistas apresentou, em reunião com o Sindijor, uma proposta tão velha quanto repetida: supressão pura e simples dos direitos dos trabalhadores. A oferta generosa dos patrões para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho contempla o congelamento do anuênio, a redução do adicional de horas extras (hoje de 100% sobre a hora normal), a expansão da jornada para sete horas ou criação de banco de horas e, o mais interessante, reajuste de incríveis 5%, para uma inflação de 7,2%. Nenhuma cláusula social foi contemplada, embora os patrões tenham “lido atentamente” a proposta formulada pelos jornalistas. O Sindijor está estudando a convocação de uma assembléia para que os profissionais se manifestem sobre as propostas. De toda forma, está confirmada uma reunião para a próxima quarta-feira, dia 15, às 15h, na sede do Sindijor, com o sindicato patronal de rádio e TV. Todos os filiados estão convidados a participar.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Sindijor repudia agressão ao jornalista Pedro Serápio

O Sindijor repudia a agressão de que foi vítima ontem o jornalista Pedro Serápio, repórter fotográfico da Gazeta do Povo e diretor de Imagem do Sindijor. Durante o jogo entre Atlético Paranaense e Grêmio, Serápio fazia fotos do tumulto provocado por torcedores atleticanos desde uma área particular próxima à Arena da Baixada, em Curitiba , quando foi surpreendido por um grupo que invadiu o imóvel e o agrediu violentamente, causando-lhe lesões e destruindo seu equipamento. Solidário ao companheiro Pedro Serápio, o Sindijor firma o entendimento que estes bárbaros agressores são uma minoria entre os torcedores, uma verdadeira exceção, que não os inclui entre os apreciadores do esporte, mas entre baderneiros vis que necessitam de tratamento policial.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Sindijor faz novas notificações

O Sindijor notificou o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado do Paraná pelo fato de a entidade editar um boletim sem estampar o nome do jornalista responsável no expediente. Em outra ação, o Sindijor notificou a Federação Paranaense de Futebol para que os jornalistas do seu setor de comunicação tenham suas rescisões assistidas pelo Sindicato dos Jornalistas.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Sindicato dos jornalistas denuncia "O Paraná"


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná denuncia uma situação de "arbitrariedade" identificada no jornal O Paraná, de Cascavel. De acordo com nota distribuída pelo Sindicato dos Jornalistas, desde outubro passado, o veículo é mais uma empresa do Grupo Alfredo Kaefer. Em março último, o jornal passou a circular às segundas-feiras. Ou seja, a redação, que não trabalhava aos domingos, teve que acrescentar esse dia em sua jornada semanal. Isso ocorreu, sem no entanto haver contratação de novos profissionais. Desde o fim de maio, a empresa vinha forçando os trabalhadores a assinar um acordo de implantação de banco de horas e pedindo a “participação” do Sindicato na “discussão”. Houve resistência de parte da redação em relação à proposta da empresa. Um dos jornalistas que se opuseram à implantação do banco de horas sem a montagem de uma equipe maior perdeu o emprego. O diretor de Defesa Corporativa do Sindijor-PR esteve na redação de O Paraná na quinta-feira, dia 12 de junho, e expôs o absurdo de se implantar um banco de horas sem a contratação de novos profissionais. Na quarta-feira passada, dia 18 de junho, a direção do jornal demitiu, sumariamente, esse profissional. O que o sindicato não compreende é como que uma empresa que quer montar um banco de horas para reduzir seus custos e não pagar horas extraordinárias, e precisando de mais jornalistas em sua redação, demite um funcionário? A situação é absurda, e o Sindicato vai tomar as providências legais para tentar barrar essa demissão sem justa causa.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Sindicato dos jornalistas cobra fiscalização trabalhista na Band, CNT e Record


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor) solicitou ao Ministério do Trabalho que intervenha na situação irregular criada por emissoras de TV do Estado que não estão fazendo o enquadramento funcional devido dos repórteres-cinematográficos. As denunciadas foram a Rede Independência de Comunicação (RIC) em todo o Estado; TV Exclusiva/Canal 21, RITT, TV Bandeirantes, Central Nacional de Televisão (CNT) e UFPRTV, todas de Curitiba; além da TV Imagem, em Ponta Grossa. Para burlar a legislação e sonegar direitos aos trabalhadores todas essas emissoras enquadram os jornalistas de imagem como sendo funcionários operadores de câmeras UPE (Unidade Portátil Externa), ou seja, como radialistas.