Administração da Assembleia deve primar por racionalidade e eficiência - release distribuído para a imprensa hoje. Então tá, tão racional quanto o Rossoni e tão eficiente quanto os projetos apresentados aos paranaenses.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Política no Paraná... É piada!
Administração da Assembleia deve primar por racionalidade e eficiência - release distribuído para a imprensa hoje. Então tá, tão racional quanto o Rossoni e tão eficiente quanto os projetos apresentados aos paranaenses.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Seguranças tentam intimidar sindicalista da Assembleia

A presidente interina do Sindicato dos Servidores Públicos da Assembleia Legislativa do Paraná (Sindilegis), Diva Scaramella Ogibowski, acusou funcionários e seguranças da Casa de estarem tentando intimidá-la. Segundo Diva, um grupo de cerca de 15 pessoas invadiram a sede do sindicato, que fica no centro de Curitiba, para forçá-la a assinar uma carta de renúncia da presidência da entidade. Ela disse que se negou a assinar o documento e foi ameaçada.
Esse foi o segundo incidente envolvendo recentemente o Sindilegis – cujo presidente oficial é o ex-diretor-geral da Assembleia Abib Miguel, o Bibinho, preso há cerca de um mês sob acusação de chefiar um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa (AL).LEIA MAIS NA GAZETA DO POVO...
quarta-feira, 31 de março de 2010
Resta ao Sindicato dos Jornalistas acionar a Comissão de Ética
Muito bem, O Sindicato dos Jornalistas do Paraná (Sindijor), nos informa que, por meio do presidente Márcio Rodrigues, participou da manifestação do movimento Caça Fantasmas, que voltou às ruas em Curitiba, contra a corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná.
Em nota bem educada, o Sindijor informa ainda que o movimento popular considera que as investigações sobre atos secretos e funcionários fantasmas na Casa de Leis não se limite às investigações do Ministério Público do Estado e da Polícia Federal e que aconteça uma auditoria pública nas contas da Assembléia. O movimento Caça Fantasmas é formado por diversas entidades da sociedade civil organizada e foi criado para combater a corrupção na Alep.
Isto posto, vamos ao que interessa: cadê a Comissão de Ética do Sindicato? Vamos deixar esses patifes fantasmas ostentando o nobre título de jornalista, ou vamos fazer de conta que não é com a gente? É o advogado tal, o administrador tal, o cicrano de tal e nunca os "jornalistas" fulanos de tais que assaltam o bolso do povo do Paraná, com diploma ou sem diploma, porém com o título que serve como cartão de visitas para seus achaques. Vamos deixar barato assim? Ou a diretoria do Sindijor só vê fantasmas em outras categorias?
Corregedoria do Ministério Público pressiona Faraj

Nem mesmo Franz Kafka conseguiria descrever os absurdos de nosso Ministério Público. Numa velocidade surpreendente (de sexta para terça-feira, com um fim de semana no meio), a Coregedoria do órgão oficiou o procurador Fuad Faraj para que ele diga quem do Ministério Público faz parte "da corrente de solidariedade" entre os poderes.
Ora, esse surrealismo medonho dentro do MP revela que há por lá gente deveras ocupadíssima e que, por isso, não deve ter lido jornais, visto TV, e toda essa vergonha que atinge o povo paranaense - povo sempre trabalhador, sempre honesto, e que vive à fome, a receber salários miseráveis, pagando pesados impostos e que vê seus filhos à beira da morte por inanição, enquanto meia-dúzia de famílias da oligarquia dos pinheirais vive do apadrinhamento, dos altos salários sacados aos cofres públicos, em assaltos fantasmagóricos que se repetem todos os meses desde antes do Império.
É de se pensar, a quem servem esses homens que interpretam a lei e que deveriam tê-la em eficácia? O que faz eles pensarem que a realidade não esteja além de seus confortáveis gabinetes? O que faz eles pensarem que o século XXI seja somente uma marca no calendário e que imagens de TV e listas na internet estão fora da mitológica caverna composta por veteranos e anacrônicos papéis juntados em processos, sempre com os devidos carimbos e rapapés de seus subordinados, numa surrealidade que nem Platão ousou imaginar?
É de se pensar, o que faz a Corregedoria do Ministério Público do Paraná ignorar os parentes do procurador-geral empregados na Assembléia Legislativa, as centenas de advogados que lá nem aparecem, porém recebem; a parentalha fantasma oriunda do Executivo, Judiciário e que assombra a nossa augusta casa de leis; os jornalistas que por lá vagam em espectro, verdadeiras almas de outro mundo, que sempre disseram sim aos poderosos porque comiam do que sobrava do eterno banquete?
O que faz a Corregedoria ignorar os processos contra os fantasmas da Assembléia que dormem há anos o sono dos justos nas justas gavetas do Ministério Público?
Creio que o promotor Faraj deve responder à Corregedoria sim, isto faz parte da liturgia dos cartórios, porém com cópia para o povo paranaense.
Ah sim, esquecia-me: em tal documento, já que para o Ministério Público coloca o assunto para além da compreensão humana, o promotor Faraj deve juntar e apor a assinatura em lágrimas da grande e muda testemunha disso tudo: Notre-Dame de La Salette. Sem olvidar, é claro, da firma do honrado pipoqueiro da esquina, que vive do seu trabalho e suor. É certo que o pobre homem deve assinar com um xis, pois o dinheiro que deveria ter lhe dado a educação foi roubado por bandidos que acham normal o roubo e que por isso devem ser tolerados.
terça-feira, 23 de março de 2010
Alvaro pede Ministério Público Federal no caso dos fantasmas
Ao comentar em Plenário reportagens sobre esquema de corrupção revelado na Assembleia Legislativa do Paraná, publicadas na imprensa de seu estado e em artigo do jornal O Estado de S. Paulo de ontem, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) defendeu a apuração rápida do escândalo e a punição dos responsáveis. Em seu pronunciamento, Alvaro Dias considerou necessária a participação do Ministério Público Federal nas investigações, dada a "lentidão" do Ministério Público Estadual, que, na avaliação do parlamentar, "deveria ter instaurado procedimentos investigativos há três anos".
- Creio ser importante também a convocação do Ministério Público Federal, que garantirá insuspeição às investigações, e, sobretudo, será um suporte para o trabalho do Ministério Público Estadual - disse.
E mais:
- O povo do Paraná tem o direito de saber quais são os responsáveis por esse escândalo. E como diz o articulista [Carlos Alberto Di Franco]: que não se busque um bode expiatório, que não se jogue sobre os ombros do diretor-geral toda a responsabilidade. É preciso buscar naqueles que comandam o processo político, naqueles que buscam o voto do povo, se elegem e depois voltam as costas e não cumprem os seus compromissos - disse o senador referindo-se ao artigo do jornalista Carlos Alberto Di Franco, publicado pelo Estadão.
Leia a íntegra na matéria da Agência Senado
segunda-feira, 22 de março de 2010
Jocelito Canto acusa "roubalheira" na Câmara e Tribunal de Justiça
OAB se manifesta e amanhã caras pintadas na AL
sábado, 20 de março de 2010
Documentos estariam sendo transportados da Assembléia
Assembléia do Paraná tem fantasmas vazando pelo ladão
Comandada pelo deputado Alexandre Curi (PMDB), a primeira-secretaria da Assembleia é o órgão com mais servidores. Tem pelo menos 125 funcionários à sua disposição, de acordo com o levantamento da reportagem. Em tese, esses servidores deveriam estar todos trabalhando na sala de cerca de 200 metros quadrados desse órgão dentro da sede da Assembleia, em Curitiba.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Deputado Vadir Rossoni nomeou fantasma
Justus fala, mas não diz nada: é justo!
Veja a reportagem da RPC, clique aqui para ver as imagens....
Alvaro Destaca atuação do MP eRosinha pede PF no caso dos diários secretos
Telescópios da Nasa descobrem buracos negros: um é no Paraná
Vejam que boa notícia, a Agência Espacial Norte-americana encontrou buracos negros primitivos. Os buracos negros são fenômenos ainda não bem desvendados pela ciência. Sabe-se, por exemplo, que possuem grande massa concentrada e que, pela ação gravitacional, sugam tudo que estiver ao seu redor, até a luz, fenômeno que, é lógico, não permite que os possamos "ver" sem auxílio de modernas tecnologias.
Evidentemente, que um desses buracos encontra-se aqui no Paraná e está sendo revelado aos poucos pela Gazeta do Povo-RPC. Fica bem ali no Centro Cívico, exatamente na Assembléia Legislativa do Paraná, lugar do universo em que tudo some, em que tudo é sugado, até mesmo o suor do povo paranaense.
PT pede que Polícia Federal investigue escândalo dos diários secretos
- Hoje à tarde vamos requerer a atuação da Polícia Federal no escândalo da Assembleia Legislativa do Paraná; http://3.ly/rrA
O dia em que Bibinho demitiu o presidente da Assembléia
Detalhe: o presidente da Assembléia, deputado Nelson Justus (DEM), concorda entrar como personagem nesta ópera-bufa e diz que aceita o afastamento de Bibinho - notem bem, não é pedido de exoneração ou demissão, é apenas um pedido de afastamento.
Notem ainda que Bibinho tem o direito inclusive de usar o site da Assembléia para se dizer vítima da imprensa. Site que ele nunca usou, ou funcionário algum usou, principalmente para exibir aquilo que era de sua obrigação, os diários da Assembléia com suas nomeações fantasmas e maracutaias repetidas ad aeternum, ad infinitum (faz tempo que não gastamos latim, perdoe-nos!).
Ora, caro presidente, caríssimo Bibinho, e excelentíssimos e mui caros deputados, com as devidas escusas, salamaleques, rapapés e reverências de respeito: o escárnio e a impudência têm limites!
Primeiro, o povo paranaense não é tão obtuso quanto vocês pensam só porque votou em Vossas Majestades, por hora magistri mali. As imagens das reportagens são contundentes, Bibinho é membro efetivo e sócio remido deste grande esquema de corrupção montado na Assembléia. Porém ele é empregado e todo empregado tem um patrão.
Segundo e em última análise, o patrão do Bibinho é o povo que é representado por Vossas Excelências, portanto, quem tem que mandar embora o Bibinho é o presidente da nossa augusta e imaculada Casa de Leis, porque o povo, o verdadeiro patrão dos senhores e que tem bons olhos e ouvidos, assim pede e exige.
Mas não foi o que aconteceu. A impressão que dá é que Abib, num acerto salva-pescoços, saiu mandando e voltará a hora que lhe der na telha. Bibinho despediu o presidente da Assembléia, esta é a verdadeira inversão lógica deste processo de bananice explícita.
Pela gravidade das denúncias, assim que apareceram, o diretor-geral, Abib Miguel, TINHA QUE SER DEMITIDO SUMARIAMENTE PELO PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA, o ilustre deputado Nelson Justus, que teima, por espírito de corpo talvez (atenção revisão: é corpo mesmo) em não responder às imagens óbvias e ululantes de corrupção e suruba com dinheiro público, que tanto envergonham a nós, paranaenses, exibidas em rede nacional e que somente os senhores deputados não conseguem delinear.
Veja a reportagem da Gazeta do Povo sobre a "demissão" do diretor da Assembléia...
quinta-feira, 18 de março de 2010
O silêncio dos deputados é atestado de culpa

Constangedor o silêncio do presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, deputado Nelson Justus (DEM) e de boa parte dos outros 53 deputados que por lá militam para o bem ou para ou mal.
Não queremos acreditar nisso, mas as medidas até agora anunciadas em relação ao escândalo dos gafantos e fantasmas que infestam a Assembléia Legislativa não respondem nadica de nada, apenas são factóides que parecem gerados no desespero de quem acoberta delinquentes, esconde larápios, ou na melhor das hipóteses, grandes pulhas que, descaradamente, roubam nosso povo trabalhador.
Boa parte desses deputados vai tentar a reeleição neste ano, porém esta boa parte esquece que terá que enfrentar o povo no olho a olho, no corpo a corpo. Esquecem esses parlamentares que a política sofre hoje transformações profundas em virtude das redes sociais na internet. Em outras palavras, está cada vez mais difícil se esconder do juízo do povo, das pessoas de bem. Está cada vez mais difícil roubar o dinheiro público e ficar impune.
Há um grande equívoco dos deputados que julgam que o terremoto vai passar depois que terminarem as reportagens da Gazeta do Povo-RPC. Elas não vão cessar. Quem conhece jornalismo, o sério e praticado por gente séria, sabe que para um assunto desses, com tantos dados nebulosos e perguntas não respondidas, os desdobramentos tendem a assumir características de tempestade contínua ampliada pela internet. Está certo que a maioria dos deputados ainda não sabe do alcance das novas tecnologias, esta maioria ainda vive no tempo do panfleto e do tapinha nas costas para ganhar votos. Os tempos são outros, a notícia chega às pessoas em tempo real, na velocidade da luz e em qualquer lugar.
Ontem, blogueiros e twitteiros de Curitiba começaram as primeiras conversas para coordenar ações de ampliação das denúncias apresentadas e de cobrança de diligentes investigações do Ministério Público do Paraná. A idéia é cobrar as autoridades e ampliar na internet o trabalho dos jornalistas da Gazeta do Povo-RPC e também colaborar com novos elementos que sirvam como provas nos desdobramentos das investigações das maracutaias.
Perguntas que os deputados precisam responder, de acordo com a reportagem da Gazeta do Povo:
Sem respostas
Veja questões que estão sem esclarecimentos relacionadas à publicação de diários avulsos e secretos, exonerações e outras medidas tomadas pela Assembleia Legislativa do Paraná:
Para quem foi o dinheiro que muitas pessoas nomeadas pela Assembléia afirmam não ter recebido?
Dentre os nomeados há taxista, garçom, pedreiro, empresário, advogada. Alguns dizem nunca ter trabalhado para a Assembleia. Outros nem sequer moram no Paraná.
Como a Assembleia paga salários acima do limite previsto pela lei?
Entre janeiro de 2004 e abril de 2009 foram pagos salários acima do teto legal do Legislativo paranaense (R$ 20 mil) a 73 pessoas.
Mesmo com a divulgação da lista de funcionários pela Assembleia, ninguém tem conhecimento de que muitas das pessoas listadas não trabalham na Casa?
Os deputados costumam alegar que pagam agentes políticos que atuam em seus redutos eleitorais. Mas a reportagem encontrou casos de pessoas que vivem em Santa Catarina e Goiás.
Se a Assembleia emite uma certidão afirmando que a agricultora Vanilda Leal não é funcionária do gabinete do deputado Jocelito Canto, como não sabe informar a qual setor ou gabinete ela está vinculada?
Vanilda, que mora em um casebre em Cerro Azul, a 100 quilômetros de Curitiba, se sustenta com o auxílio do Bolsa Família. Mas registros nos diários oficiais da Assembleia mostram que foram depositados R$ 1,2 milhão na conta dela, ao longo de cinco anos.
Em qual diário está a exoneração de Jermina Maria Leal da Silva, mãe de Vanilda?
Segundo a Assembleia, Jermina não é mais funcionária da Casa. Mas não foi informado quando ela teria sido exonerada. Os depósitos na conta dela somam R$ 380 mil entre 2004 e 2009.
Por que há tantos casos de publicações retroativas ou antecipadas?
Edições às quais a reportagem teve acesso mostram que há um caso de nomeação publicada em 2008, mas valendo a partir de 2001. Segundo especialistas, esse tipo de ato é totalmente irregular.
Por que a Assembleia do Paraná não permite a consulta aos diários oficiais?
Não há exemplares disponíveis na Assembleia. Nos últimos dois anos, a reportagem da Gazeta do Povo e da RPC TV tentou consultar as edições, mas sem sucesso. Desde o ano passado, a desculpa é que os documentos estão na gráfica para encadernação.
Por que não há um arquivo público, fora do Legislativo, como contra prova dos diários?
Não há nenhuma edição da publicação da Assembleia na Biblioteca Pública do Estado. Além disso, a Assembleia poderia ser mais transparente e dar mais publicidade aos seus atos se também utilizasse o Diário Oficial do Estado.
Reportagem aponta roubo de mais R$ 59,6 milhões do povo do PR
A Assembleia do Paraná pagou a 73 pessoas salários acima do valor máximo permitido por lei no caso do Legislativo paranaense (R$ 20 mil), entre janeiro de 2004 e abril de 2009. Foram 641 depósitos nas contas bancárias delas, que totalizaram R$ 59,6 milhões.
Dos beneficiários dos supersalários, 41 estão na lista de funcionários divulgada pela Casa em abril de 2009. Desses, 35 são servidores comissionados – cargos ocupados sem a necessidade de concurso público. Dezenove pessoas não aparecem nenhuma vez nos mais de 700 diários oficiais da Assembleia consultados pela reportagem da Gazeta do Povo e da RPCTV – o que significa que, oficialmente, podem nem ser funcionárias da Casa. Continue lendo esta reportagem na Gazeta do Povo...

