quarta-feira, 8 de julho de 2009

A polícia atrás do secretário

Esta vem do nosso colaborador Gilberto do Rádio, grande programador musical. Gilberto pergunta: Zé, você sabe que música o secretário municipal canta para o outro secretário na prefeitura de Curitiba, depois do escândalo do Caixa 2 do Beto Richa, putus bonus? Veja que beleza, "Dom de iludir", de Caetano Veloso:

"Não me olhe como se a polícia andasse atrás de mim. Cale a boca. E não cale na boca notícia ruim..."

A marca da mediocridade da administração Richa



A propaganda do prefeito Beto Richa, putus bonus, continua apostando no que não existe. Agora inventaram uma marca para destacar o Metrô de Curitiba - planejado e proposto pelo ex-prefeito Cassio Taniguchi (que Deus o tenha!). Pois bem, escolheram um "M" como marca; talvez a marca da mediocridade desta administração, se assim podemos classificar o desastre Richa. A marca de quem não consegue explicar porque seus auxiliares fantasmagóricos chafurdaram no Caixa 2, na compra de votos e de apoio político. Portanto, como não há nada de metrô em Curitiba, o curitibano pode interpretar este "M" como bem quiser, e em português temos tantas palavras e expressões bonitas para isso, principalmente quando sabemos que toda propaganda da prefeitura não tem objetivos maiores além de encher as burras dos empreiteiros e outros tais.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Beldade paranaense no Multishow



Esta vem lá do Corrreio do Litoral, a bodyboarder paranaense Lorraine Lima está entre as 24 candidatas na votação em "As meninas do Multishow".
A atleta foi chamada pela produção do programa para fazer um teste. Aprovada, dois dias depois estava gravando o clipe que está no ar na internet e no Canal Multishow.


A música mais ouvida nos corredores da prefeitura de Curitiba


Nós tudo junto no carro da polícia

Eu com a viola, no carro da polícia



Eu com a viola e um gringo seqüestrador

Um traficante, um político importante,

um paralítico ambulante, dois amantes e um cobertor

Um libanês só de turbante, um português,

uma mulata, um índio de terno e gravata e gravador,

um realejo com um gato no lugar de um periquito,

um pai de santo, um filho rico, um camelô



Nós tudo junto no carro da polícia

Eu com a viola, no carro da polícia



Eu com a viola e um escritor expatriado

um delegado, um travesti contrabandista

um japonês haraquirista, um jornalista baleado

Um estudante de direito de extrema

que contesta o sistema com um bebum atropelado,

um São Bernardo com uma pipa na coleira

um juiz e um fiscal de feira,

um eleito e um nomeado



Nós tudo junto no carro da polícia

Eu com a viola, no carro da polícia



Eu com a viola ao lado de um padre francês

Um rança-rabo com o Cabo,

dois meganhas três pivetes

e uma piranha com a carteira de um freguês

Uma parteira, uma mulher de nove meses

que não sabia onde é que foi, como é que foi e quem foi que fez



Nós tudo junto no carro da polícia

Eu com a viola, no carro da polícia



Eu com a viola, um nazista e um judeu

Um turista que se perdeu e um feminista

que meteu a mão na cara da mulher que diz que deu,

Um passarinho, um cardeal, um Esquivel

Premio Nobel e a Embratel que transmitiu o carnaval

Um colunista social, um milionário fazendeiro,

um artilheiro e um líder sindical,

um macaquinho com uma caneca de esmola

e um cego vendendo dólar pelo câmbio oficial



Nós tudo junto no carro da polícia

Eu com a viola, no carro da polícia



(Carro dá polícia; composição: Cézar Brunetti)

vaga para jornalista em Curitiba

A empresa de recursos humanos Caruccio, de Curitiba, está selecionando revisor de textos, vaga à qual podem concorrer também jornalistas. È necessário domínio das novas regras do acordo ortográfico. As atividades compreendem revisão sintática, morfológica e ortográfica de textos, adequação da linguagem aos padrões gramaticais e de layout; comparar o texto diagramado com o original do autor. Os interessados devem enviar currículo para recrutamento1.caruccio@gmail.com

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Linha Verde, o desastre do engenheiro Beto

Aos poucos, a população de Curitiba está descobrindo o embuste da Linha Verde, o megaprojeto fajuto do prefeito e engenheiro Beto Richa, putus bonus. Como obra de engenharia um desastre. Como obra para resolver os problemas do trânsito de Curitiba outro desastre. Como obra para encher as burras das empreitieiras um presente. A Gazeta do Povo trouxe neste final de semana reportagem que demonstra o que afirmamos. Definitivamente, Curitiba é o paraíso das empreiteiras.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Vaga para jornalista em concurso no RS

Concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) oferece vaga para profissional de Comunicação Social, com salário R$ 6.611,39. As inscrições estarão abertas de 17 de julho a 7 de agosto. Edital e outras informações podem ser obtidas no site da Fundação Carlos Chagas.

Argentina, Senado e Barreirinha

Stanislaw Takeuspa, o verdadeiro polaco da Barreirinha, bairro aqui de Curitiba, inimigo ferrenho do alemão Herr Horn, nunca se deixou fotografar. Ele é assim uma espécie de filósofo que não escreve e chegadíssimo numa branquinha de alambique, tomada aos goles em copos do tipo martelo. Como todo polaco, não fica bêbado, apenas vermelhão. Eis aqui alguns de seus pensamentos que nos chegam anotado em papel de pão por um colaborador do Magna Curitiba:


Primeiro martelinho, Argentina:
Os kichnners perderam a maioria no Congresso. Isso não faz mal, seja como for, aquele Congresso vai contunuar tendo uma maioria argetina. E aí não tem jeito.

Oitavo martelinho: Senado:
O Sarney é um caso de transubstanciação: Aquele Sarney que apoiava o FHC era bonzinho. Mas este que deram para o Lula, não presta.

Décimo quarto martelinho, Barrerinha:
Herr Horn continua sendo uma besta quadrada. O alemão não aprende que gripe suína é problema do Serra que é palmeirense. O Lula é corinthiano. Então a culpa é do Temporão que tá ser armando por causa do aquecimento Global.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Uma de argentino no deserto

Argentino no deserto, desesperado por um pouco d'água .
Vê algo ao longe, o que parece um oásis.
Arrasta-se até lá, encontra um camelô brasileiro vendendo gravatas.
O argentino implora:
- Por favor, estoy muerto de séd, puedes dar-me un poquito de água?
O brasileiro responde:
- Eu não tenho água, mas posso vender-lhe uma gravata?
Tenho uma aqui que combina muito bem com sua roupa!
O argentino furioso:
- Yo no quiero gravatas, idiota! Quiero água! ÁÁÁGUAAAA...!
Então, o brasileiro diz:
- Tá certo. Cerca de 10 quilômetros adiante na colina ali, existe um restaurante.
O argentino (sem agradecer, obviamente) parte em direção à colina e retorna quase cinco horas depois ao camelô que lhe pergunta:
- Você não encontrou o restaurante?
- Encontré! Solo que no es permitido entrar sin gravata, brasileño FILHO de la putana.

Malucelli afirma que permanece no governo

“É no mínimo uma falta de consideração”. Assim, definiu o tucano Luiz Malucelli Neto presidente do Lactec, a notícia veiculada pela imprensa da decisão tomada pelo presidente do PSDB, deputado estadual Valdir Rossoni para que os filiados ao partido rompam com o governo Requião e entreguem seus cargos. “Eu e o Nelson Garcia (secretário do Emprego) juntos somamos mais de 75 mil votos e sequer fomos informados desta decisão. Se política é a habilidade de se discutir e encontrar soluções, o que se faz com este tipo de posicionamento é no mínimo andar na contramão quando se tentar impor uma decisão sem uma análise mais aprofundada”. Malucelli garante que não vai aceitar a imposição e não rompe com o governador, “sou grato ao Requião pela confiança e acho tudo isso pode se transformar num verdadeiro tiro n`agua. Se nos próximos dias o caso criado pelo Rossoni não der em nada, os deputados continuarem a votar com o governo e nós permanecermos em nossos cargos, como fica a liderança do presidente? Como ele vai liderar o partido? Permaneço no Lactec e sigo ao lado do governador e se preciso deixo o partido”.

Tri legal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Os vereadores puti mali não atendem ao apelo do putus bonus



Neste sábado, na Boca Maldita, acontece mais um protesto popular cobrando agilidade da Polícia Federal e do Ministério Público na apuração do Caixa 2 do prefeito Beto Richa, putus bonus. Vários materiais estão sendo produzidos, panfletos, jornais e adesivos para informar a população. Além da denúncia, ganha destaque a lista dos vereadores curitibanos que não querem a CPI na Câmara para investigar o prefeito putus bonus, que brada ao mundo que deseja e quer ser investigado. Vejam que, pelo menos uma vez na vida, vários vereadores de situação não se ajoelham perante os desejos do nosso nobre prefeito, o que prova que eles não têm o rabo preso. Como são puti mali esses vereadores!
A propósito, aqui vai a declinação de putus, i (segunda declinação) nos modos nominativo, vocativo, gentivo, dativo, ablativo e acusativo, tanto no singular quanto no plural:

Singular
putus, pute, puti, puto, puto, putum
plural
puti, puti, putorum, putis, putis, putos

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Danilo Gentili é agredido por seguranças de Sarney




O repórter Danilo Gentili, do programa Custe o Que Custar (CQC) da Band, foi derrubado pelos seguranças do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) nesta quarta-feira. Na chegada do peemedebista à Casa, Gentili tentou perguntar a Sarney “como é não ser tão poderoso quanto se pensava”, quando foi agarrado e levado ao chão pelos policiais que escoltavam o mandatário do Congresso.

Crise do Caixa 2 aumenta poder de Ducci na Prefeitura


Até agora, Luciano Ducci (foto), vice-prefeito de Curitiba, voa em céu de brigadeiro. Enquanto Beto Richa, putus bonus, esperneia, faz cara feia e birrinhas para tentar explicar o Caixa 2, Ducci marca mais um gol e emplaca Michelle Caputo na Secretaria de Asuntos Metropolitanos, ocupando a vaga daquele cujo nome não se pronuncia mais na Prefeitura de Curitiba.
Michelle ocupou os cargos de chefe da Vigilância Sanitária do Paraná no governo José Richa e chefe de Gabinete da Fundação Nacional de Saúde no governo Itamar Franco. Foi duas vezes secretário municipal de Saúde e, desde janeiro, ocupava a Assessoria Especial de Assuntos Comunitários, que assessorava o prefeito na coordenação das audiências públicas nos bairros.

Deputado diz que Beto Richa sabia do esquema do Caixa 2

O deputado estadual Fabio Camargo (PTB) acusou ontem o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), de ter conhecimento sobre a suposta compra de apoio de ex-candidatos a vereador do PRTB para apoiar a campanha de reeleição do tucano. Na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado disse acreditar que o prefeito estaria envolvido porque saiu em defesa de Alexandre Gardolinski, ex-funcionário da prefeitura que coordenou o Comitê Lealdade, formado por dissidentes do PRTB que apoiaram a campanha tucana. Mais na Gazeta do Povo...