O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou ontem a libertação de cinco presos condenados por crimes graves em primeira instância, sob a justificativa de que a pena só poderá ser cumprida depois de se julgar o último recurso. Entre os beneficiados com a decisão está um condenado a 4 anos por tentaiva de estupro, dois por apropriação de bens e rendas públicas — um sentenciado a três anos de prisão e o outro, a quatro —, um condenado a quatro anos e seis meses por estelionato, e um comerciante sentenciado a sete anos e seis meses de reclusão por roubo qualificado.
Os cinco presos foram beneficiados após decisão dos ministros de que a partir de agora as ações pedindo as libertações poderão ser julgadas individualmente pelos ministros relatores. Não será mais necessário que o processo seja analisado pelos outros integrantes do tribunal no plenário ou em uma das turmas do Supremo.
Na semana passada, o plenário do STF decidiu que acusados e até condenados têm o direito de recorrer em liberdade até que sejam esgotadas todas as possibilidades de recurso. Segundo o tribunal, esse direito está previsto na Constituição Federal.
Durante o julgamento, o presidente do STF, Gilmar Mendes, afirmou que dos 440 mil presos brasileiros, 189 mil são provisórios. Mas houve críticas. O ministro Joaquim Barbosa disse que há muitas possibilidades de recursos no sistema processual brasileiro, o que acaba adiando a conclusão dos processos. “Estamos criando um sistema penal de faz-de-conta”, afirmou.
Mesmo com as críticas, na semana passada, por 7 votos a 4, o Supremo entendeu que o direito de recorrer em liberdade deve ser respeitado desde que não haja motivos que justifiquem a prisão, por exemplo, por risco de fuga ou tentativa de atrapalhar as investigações.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
terça-feira, 25 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Interpol no encalço de meliante em Paris
A Interpol já disparou o alarme e avisou a Polícia francesa que um chefe de quadrilha da área de comunicação deve desembarcar no aeroporto Charles De Gaulle, em Paris. A Interpol tem informações que o meliante pretende estender os tentáculos da roubalheira do dinheiro público para aquele país.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
O roubo do joão sem braço, ou fritz sem braço
A polícia na Alemanha está caçando um ladrão que, mesmo não tendo braços, fugiu de uma loja carregando uma televisão de 24 polegadas. Segundo o diário online Ananova, dois cúmplices utilizaram fitas para prender o aparelho ao seu corpo antes de ajudá-lo a sair da loja em Munique, Alemanha. Os funcionários da loja não entenderam o que havia acontecido até que notaram que faltava uma TV na prateleira e foram olhar as gravações do circuito interno de TV. "Os funcionários somente souberam sobre o roubo depois que viram que uma das TVs tinha sido retirada da prateleira", afirmou o porta-voz da polícia. O caso inusitado chamou a atenção dos policiais. "É difícil de acreditar na cena de um homem sem braços andando com uma TV gigante presa ao seu corpo não chame a atenção de ninguém".
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Caminhão com fardas da polícia é roubado
Um caminhão foi roubado em Maringá com mil fardas da polícia da Bahia. Quando se deram conta da mancada, os ladrões abandonaram a carga junto com o caminhão. Veja as imagens no blog repórter Salsicha.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Assaltantes levam a Kombi de campanha do Beto, o Breve
quarta-feira, 25 de junho de 2008
A diferença entre furto e roubo vem do latim
Já abordamos este assunto mais de uma vez aqui no Magna Curitiba. Mas o Google nos informa que o nosso "post" que trata da diferença entre furto e roubo é um dos mais acessados pelos internautas, provavelmente estudantes. Portanto, didaticamente, as raízes da diferença entre furto e roubo são encontradas na cultura latina. No latim temos uma palavra para determinar quem pratica o furto (fur) e outra para quem pratica o roubo (latro) Observe:
Fures comarchum circumdant.
As possíveis traduções são:
Os ladrões cercam o prefeito.
Velhacos rodeiam o prefeito.
Patifes estão ao redor do prefeito.
Por outro lado, observe ainda:
latrones comarchum circumdant.
as possíveis traduções seriam:
Os assaltantes rodeiam o prefeito.
Mercenários cercam o prefeito.
Salteadores cercam o prefeito.
Bandidos envolvem o prefeito.
fur – é um substantivo masculino da terceira declinação. Aqui aparece no Nominativo plural e significa ladrão, mas no sentido daquele que rouba às ocultas; velhaco, patife. Genitivo: furis.
Em Latim, existe também a palavra latro, neste caso, o ladrão que assalta. Daí a diferenciação existente em português entre furto e roubo, tipificados em nossos códigos jurídicos.
latro - é um substantivo masculino da terceira declinação. Genitivo singular: latronis. Nominativo plural: latrones. Tem vários significados como nos casos citados. Interessante que, a palavra latro, na origem, era uma referência à guarda pessoal do príncipe, soldados.
comarchus – é um substantivo masculino da segunda declinação. Aqui aparece no Acusativo singular (objeto direto, terminação um) comarchum e significa chefe ou prefeito de aldeia (Comarco). Genitivo singular: comarchi.
circumdant – terceira pessoa plural do indicativo presente do verbo circumdare e significa pôr em volta, rodear, cercar. Constrói-se com Acusativo, Dativo, Ablativo ou duplo Acusativo. Neste caso, o verbo está regendo o Acusativo (objeto direto).
Para quem quiser se aprofundar ou relembrar o Latim, clique aqui em nossas Lições de Latim.
Fures comarchum circumdant.
As possíveis traduções são:
Os ladrões cercam o prefeito.
Velhacos rodeiam o prefeito.
Patifes estão ao redor do prefeito.
Por outro lado, observe ainda:
latrones comarchum circumdant.
as possíveis traduções seriam:
Os assaltantes rodeiam o prefeito.
Mercenários cercam o prefeito.
Salteadores cercam o prefeito.
Bandidos envolvem o prefeito.
fur – é um substantivo masculino da terceira declinação. Aqui aparece no Nominativo plural e significa ladrão, mas no sentido daquele que rouba às ocultas; velhaco, patife. Genitivo: furis.
Em Latim, existe também a palavra latro, neste caso, o ladrão que assalta. Daí a diferenciação existente em português entre furto e roubo, tipificados em nossos códigos jurídicos.
latro - é um substantivo masculino da terceira declinação. Genitivo singular: latronis. Nominativo plural: latrones. Tem vários significados como nos casos citados. Interessante que, a palavra latro, na origem, era uma referência à guarda pessoal do príncipe, soldados.
comarchus – é um substantivo masculino da segunda declinação. Aqui aparece no Acusativo singular (objeto direto, terminação um) comarchum e significa chefe ou prefeito de aldeia (Comarco). Genitivo singular: comarchi.
circumdant – terceira pessoa plural do indicativo presente do verbo circumdare e significa pôr em volta, rodear, cercar. Constrói-se com Acusativo, Dativo, Ablativo ou duplo Acusativo. Neste caso, o verbo está regendo o Acusativo (objeto direto).
Para quem quiser se aprofundar ou relembrar o Latim, clique aqui em nossas Lições de Latim.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Furto e roubo: diferença vem do Latim

Um amável e-mail de uma amiga de longas datas lança a pergunta: quais as possíveis traduções para a seguinte frase em negrito, logo abaixo?
Fures comarchum circumdant.
As possíveis traduções são:
Os ladrões cercam o prefeito.
Velhacos rodeiam o prefeito.
Patifes estão ao redor do prefeito.
comarchus – é um substantivo masculino da segunda declinação. Aqui aparece no Acusativo singular (objeto direto, terminação um) comarchum e significa chefe ou prefeito de aldeia (Comarco). Genitivo singular: comarchi.
Circumdant – terceira pessoa plural do indicativo presente do verbo circumdare e significa pôr em volta, rodear, cercar. Constrói-se com Acusativo, Dativo, Ablativo ou duplo Acusativo. Neste caso, o verbo está regendo o Acusativo (objeto direto).
fur – é um substantivo masculino da terceira declinação. Aqui aparece no Nominativo plural e significa ladrão, mas no sentido daquele que rouba às ocultas; velhaco, patife. Genitivo: furis.
Em Latim, existe também a palavra latro, neste caso, o ladrão que assalta. Daí a diferenciação existente em português entre furto e roubo, tipificados em nossos códigos jurídicos.
latro - é um substantivo masculino da terceira declinação. Genitivo singular: latronis. Nominativo plural: latrones. Tem vários significados como nos casos abaixo. Interessante que, a palavra latro, na origem, era uma referência à guarda pessoal do príncipe, soldados.
Caso quiséssemos dizer:
latrones comarchum circumdant.
as possíveis traduções seriam:
Os assaltantes rodeiam o prefeito.
Mercenários cercam o prefeito.
Salteadores cercam o prefeito.
Bandidos envolvem o prefeito.
Para quem quiser se aprofundar ou relembrar o Latim, clique aqui em nossas Lições de Latim.
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